segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Segunda Carta ao Povo Brasileiro - Maçons Pela Democracia

por Maçons Pela Democracia


Veja o video desta matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=mMe91jzL-NA



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Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Pela Petrobrás, Soberania Nacional, Amazônia e Democracia
Nós, Maçons Pela Democracia, entendemos, de acordo com os valores que juramos proteger, ao longo de toda a vida maçônica, a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Igualmente, defendemos os valores de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, respeitando as diferenças e lutando pelos mais necessitados.  Pertencemos a diversas potências maçônicas e variadas oficinas, mas falamos em nosso nome. Princípios que a Maçonaria tem impregnado em nossos corações, enquanto cidadãos livres e com sede de justiça.

Nós nos indignamos ao ver o povo brasileiro sendo violentado a cada decisão governamental  que subtrai direitos trabalhistas e previdenciários, retira medicamentos de uso contínuo, corta verbas de educação pública, entrega e dilapida o patrimônio público,  provoca desemprego e mais miséria.

O povo não pode ser vítima de uma guerra ideológica contra as minorias e os mais pobres. Haja vista a covarde perseguição do governo Bolsonaro aos médicos cubanos, forçando-os a se retirarem do programa “Mais Médicos”, o que deixou milhares de brasileiros de baixa renda sem assistência médica básica.

Em cortes na distribuição gratuita de medicamentos de uso contínuo indispensáveis, mais de 30 milhões de diabéticos, transplantados e com tratamento de câncer ficaram abandonados à beira da morte.
Defendemos não apenas o respeito ao meio-ambiente, mas a soberania de nossa floresta amazônica, sempre tão cobiçada - não apenas por franceses, ingleses, alemães e outros, mas, principalmente, por estadunidenses-, com toda diversidade de fauna, flora e culturas indígenas. Combatemos a entrega da Base de Alcântara aos norte-americanos pelo governo do Capitão Motosserra.

Seguindo o verdadeiro patriotismo, aquele comprometido com nosso povo, não podemos deixar de apontar as ameaças às populações indígenas por parte das constantes invasões, destruições e incêndios florestais criminosos causadas por inescrupulosos madeireiros, pecuaristas e garimpeiros, incentivados pelo mesmo Capitão Motosserra.

Igualmente, questionamos o desmonte total de nosso setor petrolífero para atender aos interesses transnacionais e entregar a Petrobrás, levando o emprego e a renda para outros países, desempregando os trabalhadores brasileiros.

O desmonte completo de nossas últimas estatais, empresas lucrativas e eficientes, patrimônio do povo brasileiro, afeta diretamente os trabalhadores que não podem arcar com as variações e os caprichos do capital especulativo, que manipula artificialmente preços para maximizar os lucros, não se importando com o serviço básico.

O Pré-Sal, que por lei deve financiar as necessidades em saúde e educação dos brasileiros, está sendo entregue para as multinacionais estrangeiras, deixando para trás somente o ônus ambiental das atividades de extração.
Nossa pluralidade de pensamento e democracia de opiniões se vê severamente ameaçada quando governantes – cuja eleição é altamente questionável por diversos motivos – decidem declarar guerra ao conhecimento e à inteligência.

Os conselhos federais, que regulamentam e zelam pela excelência profissional nos mais diversos setores, se veem atingidos por medidas de “desregulamentação” que tendem a sufocar a voz dos trabalhadores.
Os profissionais brasileiros de engenharia e arquitetura, reconhecidos em todo o mundo, estão ameaçados  de perderem os Conselhos e suas entidades de classe. A memória do trabalho de gênios como Oscar Niemeyer corre risco quando os Conselhos que zelam pela nossa excelência estão sob ataque.

As “fake news”, responsáveis por afetar nosso sistema eleitoral e iludir os incautos, estão paulatinamente destruindo os veículos de imprensa, difamando os profissionais e suprimindo a pluralidade democrática de publicações. No lugar de informação e fatos, mera propaganda de ódio adentra nossos telefones e computadores, levando entes queridos, amigos e vizinhos a comportamentos irracionais e aberrantes.
Além de tudo que já foi mencionado, nossa população vem sendo barbarizada, diariamente, pelas ‘milícias’, que, acobertados por poderosos, extorquem os pequenos comerciantes e aterrorizam moradores em busca de “taxas de proteção”, influenciando até mesmo a escolha de candidatos em diversas regiões.

Intimidado palas milícias, nosso povo sofre extorsão e se vê desalentado perante um poder público que somente se importa com a agenda de desmonte, deixando os mais necessitados ao Deus dará.

Nas relações exteriores, o Brasil deixou de ser respeitado. Em passado recente, éramos bem vistos e tidos como amigos de todas as nações. Agora, somos motivo de chacota no mundo inteiro, quando, em nosso nome, fora dos limites civilizatórios, se disparam ofensas contra chefes de estado e seus familiares – sem nenhuma preocupação com possíveis consequências.

Tudo isso permitido por grupos inescrupulosos encastelados no Poder Judiciário e no Ministério Público que encarceraram, sem qualquer base fática ou legal, o ex-presidente Lula, enquanto deixam, à solta, criminosos com evidentes provas de seus delitos.

Que todos as brasileiras e os brasileiros, civis e militares, se organizem e se unam em defesa da Constituição, do progresso social e da democracia.
Nenhum Direito a Menos!

Viva o Brasil livre, soberano e fraterno! Não vamos nos dispersar! Ditadura Nunca Mais!

Favor divulgar pelo Brasil!

Rio de Janeiro, 09 de setembro de 2019

Assinam os irmãos:
Antonio Teixeira, Dener Fabrício, Emanuel Cancella, Enrico Salvatori, Francisco Soriano, Gilberto Palmares, Guaraci Porto, José Amaral de Brito, Sergio Abadde, Vinicius Branco. 

terça-feira, 11 de junho de 2019

Subscrevem os Mestres Maçons Emanuel Jorge de Almeida Cancella Francisco Soriano de Souza Nunes


                                                       Resultado de imagem para Lula livre
Quarto Manifesto dos Maçons pela Democracia
Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Liberdade com dignidade para LULA.

É importante ressaltarmos que ao constituir o grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos claro que não nos posicionamos como  filiados a uma Loja ou Potência Maçônica determinada.
Além da homenagem aos maçons que participaram de momentos relevantes da nossa História, atuando decisivamente para a consolidação do Estado e da nação brasileira, nossa consciência de cidadãos, além da responsabilidade de pertencer à Maçonaria, impõe que não permaneçamos silentes ante ao que ocorre em nosso país.

O discurso de ódio para com os independentes ou opositores, bem como o complexo de inferioridade no trato com as nações, se tornaram o pão de cada dia de uma facção política que conseguiu tomar o poder e se apresentar como solução para os graves problemas nacionais: o aumento da desigualdade social, desemprego, recessão econômica, educação, saúde, transporte, pesquisas. Para tal, são “cuidadosamente” escolhidas pessoas para áreas sensíveis como Educação, Direitos Humanos e Relações Exteriores. 

Embora pratiquem atos que são verdadeiras aberrações, não se trata de engano na escolha: o objetivo é atacar os pilares da identidade de uma nação e humilhar os que ainda fazem o possível para conservá-la soberana, próspera e bem acatada mundo afora. Prega-se até guerrear com a Venezuela, como linha auxiliar do império norte americano, para quem se bate continência e se curva vergonhosamente, que cobiçam as maiores reservas de petróleo do mundo.

Enquanto isso, relações espúrias com grupos de bandidos armados, milícias criminosas, começam a apontar para a cozinha ou até para a sala de estar dos ambientes palacianos. O crime execrável perpetrado contra as vidas da vereadora Marielle e do motorista Anderson continua pendente, enquanto não se identificar a figura dos mandantes
.

O processo que condenou o ex-presidente Lula e o afastou da disputa presidencial é uma verdadeira excrescência jurídica. Provas falsas, teorias penais teratológicas, jurisdição incorreta, cerceamento de defesa, escuta ilegal de conversas entre advogados e clientes, “vazamentos” seletivos de delações e informações, culminando com a divulgação da criminosa escuta telefônica, envolvendo a então presidente da República. 

No Sistema Penal eleito pela Carta Magna para as relações jurídicas no Brasil, juiz, representante do  Ministério Público e advogados constituem um tripé da justiça com igualdade hierárquica e independência. Não há possibilidade de o magistrado atuar com uma das partes em detrimento a outra, sob pena de configurar um conluio, como ficou demonstrado na gravação do site The Intercept Brasil das conversas mantidas entre ambos no aplicativo Telegram.
Procurador e juiz não podem confabular, trocar impressões ou entabular estratégias fora dos autos, como a atuação do juiz Moro que pressionou o procurador Dallagnol a confeccionar denúncia contra o então candidato a presidência, cujas pesquisas indicavam vitorioso no primeiro turno.

A denúncia foi concretizada com textual afirmativa de que não havia provas, e sim, segundo o procurador, convicção. Moro, levianamente, acolheu tal denúncia, gerando mais tarde a condenação revoltante do ex-presidente.

Prenderam o ex-presidente Lula, por conta do tríplex de Guarujá, do qual nunca provaram a sua titularidade. Lula foi preso por conta do tríplex que não é seu e por uma reforma que nunca existiu.

A farsa da reforma do tríplex foi usada pelo dono da OAS, Leo Pinheiro, preso e condenado. 

Para diminuir sua pena, declarou, em delação premiada, que Lula negociara a reforma em troca de favores ilícitos na Petrobrás. A reforma do tríplex nunca existiu. Fotos e vídeos o comprovam. Notas fiscais foram emitidas por uma empresa de Curitiba, domicilio do então juiz Moro, e foram anexadas ao processo para “comprovar” uma alegada reforma do imóvel em Guarujá, São Paulo. Na OAS, foi criado o departamento de propina, onde se pagavam R$ 6 milhões a delatores para prestarem depoimentos, manipulados na Lava Jato, contra Lula, Dilma e os partidos do campo progressista.

Leo Pinheiro, além dos milhões, acintosamente, conseguiu fazer seu genro, Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Também em nome do falso combate à corrupção, o desemprego avança, já que, de forma irresponsável e entreguista, navios e plataformas são agora construídos no estrangeiro, gerando emprego e renda para os gringos. Os golpistas destruíram a engenharia e a construção naval nacional.

Enquanto isso permanece “blindado” o ex-senador Aécio Neves, com mandato de deputado federal, apesar do volume de provas que se acumulam contra ele, inclusive gravação própria pedindo dois milhões de reais a JBS e ameaçando matar até seu primo se o delatasse.
 
Lula é acusado de ser o comandante máximo da corrupção na Petrobrás. Enquanto isso, FHC não é, sequer, investigado, ainda que várias vezes delatado por corrupção na Petrobrás, inclusive pela Lava Jato, em algumas junto com o próprio filho, e com fortes indícios de enriquecimento ilícito, pois possui apartamento de luxo em Paris e Nova York, fazenda com aeroporto no Brasil. Segundo delações de Nestor Cerveró, recebeu, ainda, a  escandalosa propina de US$ 100 milhões pela compra da empresa petrolífera Pérez Companc, na Argentina. As privatizações do patrimônio público, iniciadas em seu governo, prosseguem agora a todo vapor. 

As acusações de parcialidade, condução coercitiva e abusiva, quando Lula não se negava a depor não estão restritas, infelizmente, ao âmbito da Lava Jato.

Tal o interesse na condenação do ex-presidente, que o processo foi julgado antes de centenas que estavam na frente. Nunca no Brasil um processo foi julgado com tamanha celeridade, desrespeitando regimentos internos dos Tribunais, os Códigos de Direito e Processo Penal e a Constituição da República.

Não havia tempo hábil para que os desembargadores do TRF-4, pudessem ler e preparar um acórdão tão rapidamente a partir do processo de condenação vindo do juiz Moro. E, mesmo assim, majoraram com crueldade, tanto a pena restritiva de liberdade quanto a pecuniária, indevidamente imposta a um septuagenário. Prova disto, é que posteriormente, o STJ revisou as indevidas imputações, da primeira e segunda instância.

Uma simples leitura do inciso LVII do artigo 5º da Constituição da República e do artigo 283 do Código de Processo Penal é suficiente para que se conclua que nossa legislação optou pela prisão apenas em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado. Sob o manto de nossa legislação, é, pois, incabível a prisão em fase anterior, a não ser nos casos especiais e explicitados suas razões, o que não ocorreu no processo do Lula.
Tanto que centenas de juristas que tomaram ciência destes gravíssimos fatos exigem o imediato afastamento de Moro e Dallagnol de suas  funções.

Os Maçons pela Democracia esperam que o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do Judiciário como guardião da Constituição, cumpra seu dever de por ela zelar, anulando totalmente o processo, por seus erros e vícios, LIBERTANDO IMEDIATAMENTE O EX-PRESIDENTE LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, preso político.
Outrossim, sugerimos ainda a imediata criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para que se apurem as irregularidades e desmandos no âmbito da operação Lava Jato e seus reflexos na vida política brasileira.


Liberdade com dignidade.
LULA, Livre!

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2019
Pelos Maçons pela Democracia

Subscrevem os Mestres Maçons
Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Francisco Soriano de Souza Nunes


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Ao Povo Brasileiro

Ao constituirmos o grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos
claro que jamais falaríamos em nome de nenhuma Loja ou Potência Maçônica
determinada. Movia-nos nossa consciência de cidadãos livres, além da
responsabilidade de pertencer à Maçonaria, que sempre participou de
momentos relevantes da nossa História, atuando decisivamente para a
consolidação do estado e da nação brasileira. Podemos citar a
Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, a Revolução Farroupilha,
a Abolição de Escravatura e a Proclamação da República como exemplos
da forte presença e liderança dos maçons.

Em nossos rituais, reafirmamos, a cada sessão, jurar combater a tirania, a 
ignorância, os preconceitos e os erros e, ainda, que nossa atuação não conhece 
fronteiras, nem faz qualquer discriminação de etnias ou religiões, respeitando 
a crença e as opiniões de cada um.

Nesse grave momento da conjuntura nacional, os “Maçons pela
Democracia” reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.
Estamos convictos que um Maçom não pode se filiar a movimentos ou
agentes que defendam o racismo, a ditadura de qualquer origem ou a
resolução de conflitos por meio da violência.
Esses movimentos totalitários já fizeram com que a Maçonaria fosse
perseguida e proibida de exercer suas atividades em diversas ocasiões e
locais onde se instalaram.
Quando se chega ao paroxismo de se defender a tortura como meio
de atuação das forças de segurança e glorificar como heróis os bandidos
que a praticaram, está ferido de morte o ideal maçônico de respeito aos
direitos humanos. Foram irmãos maçons que redigiram a Declaração
Universal dos Direitos Humanos, base doutrinária das constituições da
França e dos Estados Unidos, posteriormente transformada em resolução
da ONU. Nela está tipificada a tortura como crime hediondo, inafiançável e
imprescritível, quando praticada por agente de estado.
Se maçons há que defendem essas práticas, deveriam substituir
seus aventais azuis celestes por um avental gotejado de sangue e
não merecem pertencer a um movimento tão sublime
como é nossa Ordem.

O ódio foi transformado no pão de cada dia de uma facção política,
que conseguiu apresentá-lo como a grande solução para nossos graves
problemas. A desigualdade social, a ignorância e a desinformação
completam esse caldo de cultura, que só vai fazer por piorar essa
situação.

É necessário que se aceitem e convivam as diferenças, como no
Pavimento do Mosaico, um discurso que promova um entendimento
através da democracia e não pela força. Não existe religião ou 
movimento espiritualista sério que defenda a eliminação de pessoas, ainda que
culpadas por algum delito, como solução para a vida e a harmonia de um país.

Defender como solução uma guerra civil, onde morram 30 mil
pessoas, inclusive inocentes, é assunto para cadeia ou hospício. 
Precisamos reafirmar nossos ideários permanentes e solidários, que
prezam pela soberania nacional e popular e pela defesa da democracia.
Não se diga que adotamos posição partidária. Com quem defende
racismo, tortura, defesa de ditadura, sonegação de impostos ou matança, 
não temos diferenças políticas. tais diferencas sao de principios morais. Caso de um certo candidato. 

No momento em que duas candidaturas disputam o segundo turno das 
eleições de presidente da Republica em nosso pais, não podemos nos dar 
ao luxo de cultivar uma neutralidade com essa choldra. Entendemos que a 
candidatura do professor Fernando Haddad representa sim, nossos ideais progressistas e 
nacionalistas, nosso compromisso com o avanço e a paz social
do Brasil, nossa luta contra o oportunismo, o entreguismo do patrimônio publico e a
corrupção, nossa luta pela soberania nacional e popular, pela preservação da democracia 
brasileira, tao arduamente reconquistada com a derrubada da duradoura ditadura cruel, 
corrupta e covarde instalada com o Golpe de primeiro de abril de 1964. 
Sensíveis a gravidade da atual situação e para evitar que a barbárie traga
para o Brasil seus inevitáveis e nocivos consectários, não temos a minima duvida de 
externar a unica e consagrada opção da candidatura do professor Fernando Haddad, 



apoiada por todas as centrais dos trabalhadores brasileiros, pelos movimentos sociais

e populares e pelos patriotas e democratas.   





terça-feira, 13 de março de 2018

FORUM RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA
MANIFESTO

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As elites do dinheiro, usando seu poder de mídia, executaram um golpe
institucional no governo do Brasil ferindo gravemente a Democracia.
Elas estão tentando fazer mudanças na Constituição que vêm prejudicar
a grande maioria das trabalhadoras e trabalhadores, e do povo em
geral.

Somos um grupo supra partidário e supra religioso, que busca colaborar
com a formação política do nosso povo e contornar a mesmice enganadora
dos grandes meios de comunicação. Democracia é essencialmente poder
popular nos campos socioeconômico, político e cultural. Passa por
organizações sociais e populares, pelo respeito aos princípios
universais, direitos e deveres individuais e coletivos, transparência
nas Casas Legislativas, no Poder Judiciário e nos Governos. Em
respeito à Democracia, consideramos inegociável a realização da
eleição direta para o Executivo e Legislativo federais em outubro de
2018.

Queremos a PAZ, assim como deseja toda a cidadania do Rio de Janeiro -
mulheres e homens, jovens e crianças. A Paz não vem do uso das armas,
da força e das arbitrariedades. A Paz resulta da justiça econômica,
social e ambiental. A Paz e a solidariedade criam o ambiente propício
para o Brasil gerar abundância de bens e de vida para todas e todos os
brasileiros. Queremos juntar-nos a todas as pessoas que desejam o
respeito ao devido processo legal. Não queremos truculência nem
manipulação.

Precisamos identificar os fatores que geram miséria e violência, e
aqueles que levaram tantas intervenções militares ao fracasso. Que tal
uma intervenção social? No Rio de Janeiro e em todo o Brasil! Garantia
de escolas e creches, hospitais e clínicas públicas de qualidade,
moradia adequada, acesso a trabalho e renda, meios para o povo se
organizar e se desenvolver, atenção aos jovens e idosos, tempo de
lazer e de celebração. Ou seja, satisfação das necessidades humanas
básicas, paz e uma vida plena para todos os seres.

Soberania pressupõe a defesa dos bens comuns dos territórios
econômicos, geográficos e culturais do Brasil, geridos por entidades
públicas e estatais em consonância com os interesses nacionais e
populares expressos na Constituição. Pressupõe também solidariedade
com outros povos e nações na defesa da sua soberania. Mente quem diz
que privatização e desnacionalização do patrimônio nacional são a
solução.

Precisamos debater o papel e o uso da polícia militar e das forças
armadas. É falacioso o argumento de que a intervenção militar é feita
unicamente para combater a violência. O Rio não está entre as 30
cidades mais violentas do Brasil. Várias cidades dos Estados Unidos
têm taxas de violência muito superiores às de São Paulo e do Rio.
Pesquisa recente mostrou que 77% dos policiais são favoráveis à
desmilitarização das polícias! Eles sabem por experiência que não se
supera a violência com violência. Existe violência maior do que
retirar R$ 10,00 do salário mínimo, que já é de fome?

Precisamos envolver nossos jovens soldados em ações solidárias -  para
além das militares - como educação e saúde nos bairros das cidades e
nas aldeias do interior, iniciativas de mutirões comunitários para a
construção de moradias, infraestrutura, saneamento e segurança
coletiva. Nossas forças policiais e militares não devem ser colocadas
contra civis, reprimindo e ultrajando o povo empobrecido.

Precisamos tornar o Rio uma cidade da Paz, da alegria, da justiça
social e ambiental, do poder compartilhado, da responsabilidade com a
vida e o bem viver de cada cidadã e cidadão.

O Fórum Resistência Democrática deseja que o Rio seja cidade
maravilhosa para todos os seus habitantes e visitantes!

 Rio de Janeiro, 12 de março de 2018

Assinam:

Francisco Soriano de Souza Nunes - franciscosori@gmail.com
Beth Modesto - beth.modesto@hotmail.com
Emanuel Jorge de Almeida Cancella - emanuelcancella@uol.com.br
Frei Alamiro Silva - freialamiro@franciscanos.org.br
José Bernardes - zebelim@gmail.com
Marcos Arruda – marcospsarruda@gmail.com
Suelyemma Franco- suelyemma@gmail.com

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018


Maçons pela Democracia
Todos os países que passaram por situações difíceis na área de segurança pública e conseguiram reerguer-se, solucionando o problema, tinham uma coisa em comum: um poder judiciário sério, comprometido com os valores éticos da Sociedade. Poder-se-ia dizer o mesmo da maioria dos países que superaram ditaduras, onde o Poder Judiciário, guardião dos direitos humanos e dos princípios universais da Civilização, pugnou pela Democracia, à luz do que prega nossa Maçonaria: liberdade, igualdade e fraternidade.
Ao contrário, onde houve complacência, foi mais difícil derrotar as ditaduras mas, em contrapartida, os membros do Poder Judiciário pagaram por seus erros e perderam seus poderes. É condição necessária ao restabelecimento de um estado de direito que a Lei prevaleça sobre os privilégios e as desigualdades. É sabido que na Revolução Francesa, muitos juízes foram para a guilhotina, junto com os nobres que protegiam. Quem assistiu “Julgamento em Nuremberg” deve se lembrar da cena em que um juiz do III Reich, que jurava inocência sobre o que ocorria nos campos de concentração, ouve da corte que o condenou: “Sua culpa começou quando você condenou o primeiro réu que sabia inocente.”
É muito triste e preocupante o que vem ocorrendo no Brasil. Os jornais nos trazem, todos os dias, notícias de odiosos privilégios concedidos aos juízes, promotores e outros servidores da justiça. Ao ser ouvidos pelos jornalistas, os privilegiados tratam o assunto como se fosse um procedimento normal e dizem que “ainda é pouco”. Será que não percebem que a revolta aumenta? Até quando?
Enquanto isso, teorias importadas e mal compreendidas ou deturpadas, ao talante de juízes parciais, de moral duvidosa, são usadas como justificativa para condenar pessoas sem provas. Enquanto isso, réus confessos são liberados ou merecem tratamento especial, em “tenebrosas transações”, envolvidas evidentes ligações profissionais ou familiares.  A antecipação da prisão para após a decisão da segunda instância contraria frontalmente o princípio da presunção da inocência, insculpido no inc. LVII do Art. 5º da Constituição da República: “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Acrescente-se que os incisos desse Art. 5º, que trata das garantias individuais, jamais poderiam, sequer, ser objeto de emenda constitucional, como previsto no Art. 60 §4º inc. IV.
Não existe pior ditadura do que a imposta pelo Judiciário. Os excessos cometidos podem, a qualquer hora, se voltar contra nós. Resistir não é posição partidária. É nosso dever de maçons e cidadãos.
Reiteramos nosso principio  de que nenhum maçom tem o direito de usar o nome de uma instituição tão tradicional e respeitada e expô-la à execração pública, defendendo posições extra-legais; antinacionais, como a entrega do patrimônio público (a Petrobrás, a Eletrobras, os Correios, as reservas de água potável e os minérios); e antissociais, como a cassação de direitos trabalhistas e previdenciários. Pre
Os irmãos vinculados ao Grupo Maçons pela Democracia propõem a criação de um movimento nacional, nos termos deste documento. Não falam em nome de nenhuma potência maçônica, e sim com base em convicções pessoais sobre o dever cívico de um maçom.

Estão convidados a participar todos os irmãos maçons progressistas e nacionalistas, comprometidos com o avanço social no Brasil, em defesa da soberania nacional e da democracia brasileira.

TFA

Maçons pela Democracia 
Rio de Janeiro, 13/02/2018

http://maconspelademocracia.blogspot.com.br/