terça-feira, 21 de abril de 2026

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA - XVII Carta ao Povo Brasileiro Paz com Autodeterminação dos Povos! Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

 MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA

XVII Carta ao Povo Brasileiro

Paz com Autodeterminação dos Povos!

Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

               

Reafirmando seu compromisso com as origens da Maçonaria e com sua atuação cidadã, os Maçons Progressistas pela Democracia manifestam-se em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja. 

Nossos pronunciamentos são divulgados nos momentos mais graves da conjuntura nacional e internacional, deixando clara nossa posição diante dos fatos.

 Em manifestação anterior, fizemos menção aos traidores da Pátria, à ousadia e à inconsequência de suas práticas abjetas. À época, contudo, não foi possível avaliar plenamente o alcance de seus crimes, já consumados ou ainda em curso.

 Nos últimos meses, um fato gravíssimo gerou ampla repercussão e intensos debates no campo do direito internacional. Uma nação foi invadida, e seu presidente, juntamente com sua esposa, foi sequestrado em uma ação típica de grupos terroristas, que neutralizaram sistemas de defesa eletrônica enquanto milícias perpetravam um crime hediondo, sem sequer enfrentar as forças regulares do país invadido. Tudo isso sob as ordens de um líder sanguinário, desprovido de qualquer respeito pela soberania das nações. Estamos falando da Venezuela — por enquanto. 

Em outras regiões do mundo, um genocida, dirigente processado por graves crimes internacionais, para quem a guerra serve como instrumento de sobrevivência política, promove uma limpeza étnica, massacrando populações civis na Faixa de Gaza, no Líbano e em áreas vizinhas, atingindo, sobretudo mulheres e crianças.

 Seu aliado estadunidense, além do episódio já mencionado, amplia tensões ao atacar o Irã e ameaçar, literalmente, destruir uma civilização milenar em poucos dias — Nem os maiores genocidas chegaram tanto!

Essa barbárie, praticada por inimigos da humanidade, encontra, infelizmente, eco no Brasil, onde há quem a defenda com argumentos absurdos e fantasiosos. Um entreguista, candidato à Presidência da República, investigado por corrupção, calúnia e enriquecimento ilícito, afirmou publicamente que os Estados Unidos poderiam contar com as terras raras do Brasil para enfrentar a China. 

Apesar desse cenário, é possível afirmar que a economia brasileira vem se recuperando do desastre que foi o governo Bolsonaro.

No primeiro trimestre de 2025, o país registrou uma das maiores altas do PIB no mundo, superando grandes potências como Estados Unidos e Alemanha. 

No ano anterior, o Brasil subiu posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), enquanto a economia cresceu 2,3%, com integração e inflação controlada. Os resultados positivos têm favorecido especialmente a população mais vulnerável, refletindo-se também na queda dos índices de desemprego.

 Medidas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil indicam a possibilidade de crescimento da renda média já em 2026.

 Além disso, projeções do FMI apontam que o Brasil retomou a posição de 10ª maior economia do mundo, com perspectivas de avançar ainda até o próximo ano.

 Estamos em ano eleitoral — momento decisivo para escolher quem governará o país e protegerá suas riquezas naturais. Mais do que isso, trata-se de decidir quem defenderá nossa soberania diante de ameaças externas e internas, muitas vezes articuladas entre si.

 A maioria da população ainda não percebe plenamente os riscos que enfrentamos. Há, inclusive, quem, por falsas razões ideológicas ou religiosas, tolere ou até deseje uma intervenção estrangeira.

 Já se observam sinais e ensaios de interferência nos assuntos internos do Brasil, seja na política de segurança, seja na atuação do Supremo Tribunal Federal, que teve papel fundamental na preservação da democracia.

 É preciso despertar. Quem serão as próximas vítimas dessa escalada de violência e ameaças? Resistiremos, ou nos curvaremos diante dessa engrenagem internacional de poder que impõe o terrorismo de estado?

 Ainda que sem arsenal nuclear, estamos prontos para seguir o exemplo do Irã, que não se amedronta e oferece cerrada resistência?

 Neste 21 de abril, Feriado Nacional de Tiradentes, é importante relembrar a frase pronunciada por este heroico brasileiro, imbuído de infinito amor pelo Brasil: "SE DEZ VIDAS TIVESSE, DEZ VIDAS DARIA". 

 Sobre a guerra dos EUA e Israel contra o Irã, o papa Leão XIV descreveu as ameaças de destruição da civilização persa como "inaceitáveis". Ele a condenou classificando-a de "espiral de violência" e apelando por um imediato cessar-fogo.

 Em resposta ao governo americano Leão XIV afirmou: “Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do evangelho”.

Talvez não seja necessário chegar a extremos. Por ora, basta a mobilização consciente da sociedade para barrar, nas urnas, a ascensão da extrema direita, aliada aos nossos inimigos externos, apresentando projetos políticos que atentem contra a Nação.

 A soberania nacional e o fortalecimento da democracia, mais que nunca, têm de fazer parte das discussões políticas, orientando a escolha dos candidatos no Executivo e no Legislativo.

 Pelo voto consciente vamos derrotar de vez a nefasta e entreguista extrema-direita nas urnas.

 Como diriam nossos índios, verdadeiros donos da terra, em sua língua tupi-guarani:

 – Nhande coive  ore  retama

(tradução: essa terra é nossa!)

 Rio de Janeiro, 21 de abril de 2026

 Subscrevem a XVII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafat, Carlos Osório, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, Glauco Caixeiro, Guaraci Correa Porto, João Custódio, José Amaral, Marimbondo Vinagre, Neemias Freire, Renato Maciel, Sebastião Calvet, Wagner Roque e outros.