sábado, 5 de setembro de 2026

XVIII Carta ao Povo Brasileiro

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA

Democracia ou Barbárie!

Brasil Soberano ou Colônia Americana?

Este é mais um Manifesto Nacional dos Maçons Progressistas pela Democracia, entre outros 11 já amplamente divulgados e subscritos por inúmeros irmãos iniciados, de todos os graus filosóficos e operativos.

Como sempre reafirmamos, os Maçons Progressistas pela Democracia falam em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou oficina, mantendo seu compromisso com as origens da Maçonaria e com sua postura cidadã.

A Maçonaria participou da elaboração da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, inspiração para os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, cujos preceitos a Ordem adota como parâmetro.

Historicamente, os maçons exerceram forte presença e liderança em momentos decisivos do Estado e da nação brasileira, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana, a Independência do Brasil, a Confederação do Equador, a Revolução Farroupilha, a Revolução Liberal de 1842, a Abolição da Escravatura e a Proclamação da República.

Fiéis a essa tradição de defesa dos direitos humanos e da soberania, denunciamos em nossa última carta a invasão e o bombardeio da Venezuela — país possuidor de imensas reservas petrolíferas —, acompanhados do sequestro de seu presidente em uma ação terrorista executada por milicianos sem o confronto das tropas locais. Tudo isso sob as ordens de um governante acusado de graves crimes, em flagrante desrespeito à soberania das nações e aos organismos internacionais.

Por diversas vezes, apontamos a conduta abjeta dos traidores da Pátria. De início, o filho do inominável, candidato à Presidência da República, afirmou publicamente que os Estados Unidos poderiam dispor das terras raras do Brasil para enfrentar a China. Posteriormente, a extrema direita solicitou ao governo  estadunidense sanções ao Brasil — incluindo de natureza militar —, sob o pretexto absurdo de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, enquanto omitia as notórias ligações da família Bolsonaro com milícias.

Embora cidadãos e parlamentares norte-americanos desaprovem tais medidas, os entreguistas brasileiros as defendem com extrema subserviência. Falsas razões ideológicas e religiosas levam esses indivíduos a desejar intervenções estrangeiras, ameaçando a soberania e a própria independência do Brasil. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF), pilar na contenção do golpismo, sofre ataques contínuos. A maioria dos ministros (Barroso, Fachin, Dino, Gilmar, Toffoli, Zanin e Cármen Lúcia) sofreram restrições e cancelamento de vistos. O ministro Alexandre de Moraes chegou a ser alvo de tentativas de inclusão na Lei Magnitsky, que prevê o bloqueio internacional de bens.

Enquanto isso, a imprensa golpista reserva espaço generoso e tratamento privilegiado a uma ala específica da Corte: os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques.

Em recente artigo, Luiz Nassif aponta uma assimetria na conduta de Mendonça, a quem acusa de blindar figuras ligadas à família Bolsonaro e de promover vazamentos seletivos de informações protegidas por segredo de Justiça, referentes à família de Lula, com trechos supostamente manipulados para alimentar narrativas políticas nos meios de comunicação.

Em contraste com essa agenda de retrocesso, após quatro anos de governo popular, a economia brasileira vem se recuperando do desastre que foi a gestão bolsonarista. No primeiro trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% em relação ao trimestre anterior, registrando uma das maiores altas entre as principais economias analisadas e superando o desempenho de países como Estados Unidos e Alemanha. No mesmo período recente, o Brasil avançou cinco posições no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Ao longo de 2025, a economia manteve-se em expansão: a inflação encerrou o ano dentro do intervalo da meta, em 4,26%, e a taxa média de desemprego recuou para 5,6%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. Já a isenção do Imposto de Renda para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, vigente desde janeiro de 2026, ampliou a renda disponível de milhões de brasileiros, enquanto as projeções do Fundo Monetário Internacional apontam o retorno do Brasil, em 2026, ao grupo das dez maiores economias do mundo, considerando o PIB nominal em dólares.

Com isso, o Brasil voltou a ocupar uma posição de respeito e relevância no concerto das nações. Em demonstração de prestígio internacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve interlocução direta com Donald Trump, dos Estados Unidos, Xi Jinping, da China, e Vladimir Putin, da Rússia, defendendo o diálogo, o entendimento entre os povos e a solução pacífica dos conflitos. Poucos líderes mundiais reúnem hoje tamanha capacidade de articulação com as principais potências do planeta.

Contudo, a mobilização popular é indispensável. Na eleição deste ano, a escolha nas urnas definirá não apenas a gestão pública e a preservação das riquezas naturais, mas a própria proteção da Pátria contra ameaças internas e externas. Segundo as pesquisas, apenas duas candidaturas concretamente disputam o rumo do País, enquanto as demais sequer alcançam um décimo do eleitorado. A soberania nacional e o fortalecimento da democracia, mais do que nunca, têm de pautar a escolha dos candidatos no Executivo e no Legislativo.

Como ensinava Barbosa Lima Sobrinho ao distinguir os amigos dos inimigos da nação:

“No Brasil, só existem dois partidos: o de Tiradentes e o de Joaquim Silvério dos Reis.”

Reafirmando sua indignação contra a subserviência externa, o doutor Barbosa declarava-se contrário à pena de morte, exceto para os traidores da Pátria.

Pelo voto consciente, vamos derrotar de vez a nefasta e entreguista extrema-direita nas urnas. Convidamos todos os irmãos maçons progressistas e democratas a se unirem na defesa do avanço social, da soberania e da democracia brasileira. Os candidatos devem posicionar-se com clareza.

Brasil Soberano! Brasil Colônia, Nunca Mais!

Rio de Janeiro, dia da Independência, 7 de setembro de 2026

Subscrevem a XVIII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafa Saleh, Carlos Osório, Carmen Valle, Cristianno (padre) Silva, David Carneiro, Dener Santos, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Flávio Watson, Francisco Soriano, Guaraci Corrêa Porto, João Carlos A. Santos, José Amaral, Juca Ribeiro, Maribondo Vinagre, Neemias Freire, Renato Maciel, Sebastião Calvet, Unandir Gonçalves Veira, Vinícius Branco, Washington Machado e outros.

terça-feira, 21 de abril de 2026

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA - XVII Carta ao Povo Brasileiro Paz com Autodeterminação dos Povos! Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

 MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA

XVII Carta ao Povo Brasileiro

Paz com Autodeterminação dos Povos!

Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

               

Reafirmando seu compromisso com as origens da Maçonaria e com sua atuação cidadã, os Maçons Progressistas pela Democracia manifestam-se em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja. 

Nossos pronunciamentos são divulgados nos momentos mais graves da conjuntura nacional e internacional, deixando clara nossa posição diante dos fatos.

 Em manifestação anterior, fizemos menção aos traidores da Pátria, à ousadia e à inconsequência de suas práticas abjetas. À época, contudo, não foi possível avaliar plenamente o alcance de seus crimes, já consumados ou ainda em curso.

 Nos últimos meses, um fato gravíssimo gerou ampla repercussão e intensos debates no campo do direito internacional. Uma nação foi invadida, e seu presidente, juntamente com sua esposa, foi sequestrado em uma ação típica de grupos terroristas, que neutralizaram sistemas de defesa eletrônica enquanto milícias perpetravam um crime hediondo, sem sequer enfrentar as forças regulares do país invadido. Tudo isso sob as ordens de um líder sanguinário, desprovido de qualquer respeito pela soberania das nações. Estamos falando da Venezuela — por enquanto. 

Em outras regiões do mundo, um genocida, dirigente processado por graves crimes internacionais, para quem a guerra serve como instrumento de sobrevivência política, promove uma limpeza étnica, massacrando populações civis na Faixa de Gaza, no Líbano e em áreas vizinhas, atingindo, sobretudo mulheres e crianças.

 Seu aliado estadunidense, além do episódio já mencionado, amplia tensões ao atacar o Irã e ameaçar, literalmente, destruir uma civilização milenar em poucos dias — Nem os maiores genocidas chegaram tanto!

Essa barbárie, praticada por inimigos da humanidade, encontra, infelizmente, eco no Brasil, onde há quem a defenda com argumentos absurdos e fantasiosos. Um entreguista, candidato à Presidência da República, investigado por corrupção, calúnia e enriquecimento ilícito, afirmou publicamente que os Estados Unidos poderiam contar com as terras raras do Brasil para enfrentar a China. 

Apesar desse cenário, é possível afirmar que a economia brasileira vem se recuperando do desastre que foi o governo Bolsonaro.

No primeiro trimestre de 2025, o país registrou uma das maiores altas do PIB no mundo, superando grandes potências como Estados Unidos e Alemanha. 

No ano anterior, o Brasil subiu posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), enquanto a economia cresceu 2,3%, com integração e inflação controlada. Os resultados positivos têm favorecido especialmente a população mais vulnerável, refletindo-se também na queda dos índices de desemprego.

 Medidas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil indicam a possibilidade de crescimento da renda média já em 2026.

 Além disso, projeções do FMI apontam que o Brasil retomou a posição de 10ª maior economia do mundo, com perspectivas de avançar ainda até o próximo ano.

 Estamos em ano eleitoral — momento decisivo para escolher quem governará o país e protegerá suas riquezas naturais. Mais do que isso, trata-se de decidir quem defenderá nossa soberania diante de ameaças externas e internas, muitas vezes articuladas entre si.

 A maioria da população ainda não percebe plenamente os riscos que enfrentamos. Há, inclusive, quem, por falsas razões ideológicas ou religiosas, tolere ou até deseje uma intervenção estrangeira.

 Já se observam sinais e ensaios de interferência nos assuntos internos do Brasil, seja na política de segurança, seja na atuação do Supremo Tribunal Federal, que teve papel fundamental na preservação da democracia.

 É preciso despertar. Quem serão as próximas vítimas dessa escalada de violência e ameaças? Resistiremos, ou nos curvaremos diante dessa engrenagem internacional de poder que impõe o terrorismo de estado?

 Ainda que sem arsenal nuclear, estamos prontos para seguir o exemplo do Irã, que não se amedronta e oferece cerrada resistência?

 Neste 21 de abril, Feriado Nacional de Tiradentes, é importante relembrar a frase pronunciada por este heroico brasileiro, imbuído de infinito amor pelo Brasil: "SE DEZ VIDAS TIVESSE, DEZ VIDAS DARIA". 

 Sobre a guerra dos EUA e Israel contra o Irã, o papa Leão XIV descreveu as ameaças de destruição da civilização persa como "inaceitáveis". Ele a condenou classificando-a de "espiral de violência" e apelando por um imediato cessar-fogo.

 Em resposta ao governo americano Leão XIV afirmou: “Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do evangelho”.

Talvez não seja necessário chegar a extremos. Por ora, basta a mobilização consciente da sociedade para barrar, nas urnas, a ascensão da extrema direita, aliada aos nossos inimigos externos, apresentando projetos políticos que atentem contra a Nação.

 A soberania nacional e o fortalecimento da democracia, mais que nunca, têm de fazer parte das discussões políticas, orientando a escolha dos candidatos no Executivo e no Legislativo.

 Pelo voto consciente vamos derrotar de vez a nefasta e entreguista extrema-direita nas urnas.

 Como diriam nossos índios, verdadeiros donos da terra, em sua língua tupi-guarani:

 – Nhande coive  ore  retama

(tradução: essa terra é nossa!)

 Rio de Janeiro, 21 de abril de 2026

 Subscrevem a XVII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafat, Carlos Osório, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, Glauco Caixeiro, Guaraci Correa Porto, João Custódio, José Amaral, Marimbondo Vinagre, Neemias Freire, Renato Maciel, Sebastião Calvet, Wagner Roque e outros.