segunda-feira, 22 de setembro de 2025

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA - A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL!

XVI Carta ao Povo Brasileiro

MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO!

A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL! 

Ditadura Nunca Mais!

Como é do conhecimento geral, os Maçons Progressistas pela Democracia falam em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, reafirmando seu compromisso com as origens da Maçonaria e sua postura de cidadão. 

Nossos pronunciamentos são e serão divulgados sempre nos mais graves momentos da conjuntura nacional e internacional e deixam clara nossa posição. Lembramos as palavras do imortal Barbosa Lima Sobrinho: “No Brasil, só existem dois partidos. O de Tiradentes e o de Joaquim Silvério dos Reis; os que estão do lado do Brasil e seu Povo e os que estão contra”. 

Recentemente, o presidente Lula repetiu essa citação. Foi, porém, o jornalista Reinaldo Azevedo, com sua imensa erudição, que nos foi buscar no Romance XXXIV do Romanceiro da Independência a precisa definição que Cecília Meireles usa para um traidor, no caso da Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério dos Reis, pior do que Judas Iscariotes, apóstolo que entregou Jesus aos seus captores.

A poeta Cecília Meireles escreveu:

“Melhor negócio que Judas / fazes tu, Joaquim Silvério: /

que ele traiu Jesus Cristo, / tu trais um simples Alferes. /

Recebeu trinta dinheiros... / - e tu muitas coisas pedes: /

pensão para toda a vida, / perdão para quanto deves, /

comenda para o pescoço, / honras, glórias, privilégios. /

E andas tão bem na cobrança / que quase tudo recebes!

Melhor negócio que Judas / fazes tu, Joaquim Silvério! /

Pois ele encontra remorso, / coisa que não te acomete. /

Ele topa uma figueira, / tu calmamente envelheces, /

orgulhoso e impenitente, / com teus sombrios mistérios. /

(Pelos caminhos do mundo, / nenhum destino se perde: /

Há os grandes sonhos dos homens, e a surda força dos vermes.)”

Realmente, se for chamado de “verme” alguém que se dirige a um Estado estrangeiro solicitando sanções e hostilidades contra seu próprio país, a acusação poderia soar ofensiva aos próprios vermes. Viver na podridão é a idoneidade dessa pessoa e ela só coexiste com os de sua laia.

Em favor de Silvério dos Reis ainda poder-se-ia alegar que, se traiu seus companheiros, não traiu sua pátria, pois era português. Dos crápulas que imploram sanções contra o Brasil, não há qualquer justificativa, a não ser a índole de atraiçoar e a necessidade de conviver com os da mesma corja.

Fica cada vez mais claro o que aconteceu no Brasil, no infeliz período de seis anos até 2022. Só apoiam aquela situação os ignorantes mais toscos, sem qualquer noção da realidade, e os que têm graves desvios de caráter.

Nunca se pensou ver militares de alta patente se igualando a mafiosos, tanto moral como operacionalmente. Muito menos ainda que aceitassem a aberta traição à Pátria, com a busca de interferência externa por outro país. Apenas um protestou, embora timidamente.

Em suas sepulturas, devem estar se debatendo os generais Machado Lopes, Henrique Lott, Cândido Rondon, Estillac Leal, Ladário Teles, Andrada Serpa, Osório Duque-Estada e o próprio Caxias - Luís Alves de Lima e Silva -, que dedicaram suas vidas a defender os interesses nacionais.

É conhecido o episódio da Revolução Farroupilha em que David Canabarro, ao receber a oferta de tropas argentinas para combater, respondeu a Juan Manuel Rosas – ex-governador da província: “se o primeiro soldado argentino pisasse solo brasileiro, ele se aliaria às tropas do Império”. A interferência externa era inaceitável. Tempos depois, Caxias, durante a Guerra do Paraguai, buscou Canabarro para compor o seu Estado-Maior. Os dois tinham uma grande afinidade: eram nossos irmãos maçons.

Mais do que nunca, o Brasil tem de estar unido. Os traidores do País, criminosos, terroristas, golpistas e milicianos, não podem ter anistia por seus crimes de lesa-pátria. Eles precisam ser julgados, com amplo direito de defesa e, tendo sido condenados, a pena deve ser cumprida na íntegra. Além disso, esperamos que todos sejam estigmatizados pela Sociedade.

Vários já estão presos e, segundo reportagem recente da insuspeita The Economist, a Justiça Brasileira tem dado um exemplo para o mundo. Nossa Economia está crescendo. Vamos prosseguir e mandar uma “passagem sem volta” para a nefasta e entreguista extrema direita nas próximas eleições.

O primeiro ato público realizado no dia primeiro de setembro próximo passado, em defesa da soberania nacional reuniu cerca de 200 entidades, lotando, simultaneamente, os três auditórios do Clube de Engenharia.

O evento cívico iniciou com o Hino Nacional e encerrou com o refrão do Hino de Independência “ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil”. Os diversos oradores denunciaram os atos de traição ao Brasil perpetrados naquele infeliz período de dois anos, seguidos de outros quatro, de governos antinacionais: entregas da BR-Distribuidora e da Eletrobras, duas das maiores empresas brasileiras; reformas trabalhistas e previdenciárias; e a tentativa de golpe contra o estado democrático e de direito, praticada pelos representantes da extrema direita que governou o País.

Do lema que ali surgiu, façamos nossa profissão de fé:

A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL!

Subscrevem a XV Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafá, Anderson Souza, Carlos Frazão, Carlos Osório, Cristiano Galvão, David Carneiro, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Fabrízio Tavoni, Fernando Alves,  Fernão Dias, Flauzino Antônio Neto, Flávio Watz, José Amaral, Francisco Soriano, Frato Kyudosha, George Torres, Everaldo Costa,  Frederick, Guaraci Corrêa Porto, Igor Lopes, João Custódio, John Vaz, Josiney Davidson, Juca Ribeiro, Júlio Tavares,  Lamartine Veiga, Luiz Aveline, Marcos Fregati, Mozart Noronha,  Neemias Ramos, Paulo Vicente, Pedro Escada, Regis Cerqueira, Renato Maciel, Ricardo Finco, Rodrigo Aguiar Brandão, Sebastião  Calvet, Sileimann Campos, Tiago Cimino Carvalho, Tomaz de Toledo, Unandir Gonçalves Veiga, Vinicius Branco, Wagner Roque, Whashington Machado, Willian Marimbondo Vinagre e outros ... 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA XV Carta ao Povo Brasileiro

 MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO! DITADURA NUNCA MAIS! DEMOCRACIA, SEMPRE!

Cadeia para os golpistas!

Neste grave momento da conjuntura nacional e internacional, os Maçons Progressistas pela Democracia, falando em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.

Cada vez restam menos dúvidas quanto ao que aconteceu no Brasil.

No entanto, ainda vemos, como denunciamos em nossa XIV ao Povo Brasileiro, inúmeras manifestações de defesa ou justificativa dos responsáveis pelos males que atingiram o Brasil naquele infeliz período de dois anos, seguidos de outros quatro anos, de governos antinacionais.

Poder-se-ia dizer que ainda defendem os representantes da extrema-direita que governou o País, naquele infeliz período de seis anos até 2022, apenas os ignorantes mais toscos, sem qualquer noção da situação, e os quem tem graves desvios de caráter ou de comportamento.

Inconformados com a derrota, afeitos à ditadura e à barbárie dos seus métodos, tentam, por todas as maneiras, voltar ao poder, ainda que pelo assassinato dos eleitos democraticamente e de juízes encarregados de julgar e punir bandidos e terroristas. Nunca se pensou que fosse possível que militares de alta patente fossem se igualar a mafiosos, tanto moral como operacionalmente. Ainda bem que    a própria incompetência evitou uma tragédia maior. Felizmente, alguns já estão presos e estimamos que todos venham a pagar por seus crimes ou tentativas.

Paralelamente, esses facínoras, aliados a cúmplices e sequazes de mesmo nível, promovem campanha para conseguir, de qualquer forma, inclusive pela extorsão, a anistia para os torturadores e terroristas responsáveis pelas tentativas de derrubada do Estado de Direito.  A História mostra o que acontece quando se anistiam golpistas e torturadores: os anistiados, na primeira oportunidade, assumem o poder e passam a perseguir os que lhes concederam a anistia. Que o diga o Presidente Juscelino Kubitschek, cassado e perseguido por quem o anistiou.

Os males causados pela ditadura resultante do golpe de 1º de abril ainda estão muito próximos para que se os possa esquecer. Principalmente quando os que pleiteiam a medida já se declararam a favor do golpe, da tortura e da morte de milhares de pessoas.

Os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 servem como uma vitrine dos inimigos do Brasil: golpistas, milicianos, terroristas, racistas, entreguistas, agentes a serviço de governos hostis e do capital internacional. O traço comum entre ele é o ódio ao Brasil e seu povo. Não querem um governo que sirva aos interesses da Pátria.

Cadeia para os criminosos, terroristas, golpistas e milicianos! Ninguém vai  torturá-los nem desaparecer com seus corpos, como eles já fizeram e fariam novamente se puderem. Devemos permanecer alertas e sermos implacáveis com esses bandidos, mas o crime se combate com a Lei; não com outros crimes.

O inominável conseguiu fazer o Brasil cair de 6ª para 13ª economia mundial. Com apenas dois anos de governo democrático e voltado para o social, já somos a 8ª. A melhora da Economia Nacional, atestada pela por índices incontestáveis, é criticada pelo “mercado” – denominação eufêmica para designar os interesses nacionais e internacionais que, em busca de mais e mais lucros, combatem a isenção do Imposto de Renda para os baixos salários, a correção do salário mínimo com ganhos reais, e o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Especula-se com moedas estrangeiras, em especial, o dólar, para sabotar a Economia, causando a alta artificial da inflação. Em resumo, combate-se tudo que venha trazer qualquer melhoria à vida das pessoas carentes.

O chamado “orçamento secreto”, cujo nome foi modificado para “emendas parlamentares”, transformou o Brasil num falso regime parlamentarista, onde um grupo de beneficiários não admite se submeter a qualquer controle do dinheiro público ou transparência.

A chamada “grande imprensa”, infelizmente, contribui de forma decisiva para uma imerecida rejeição ao governo, enquanto o desemprego diminui, o PIB aumenta e a inflação está controlada. Reclamam agora de correções no ajuste fiscal, mas nunca reclamaram do “rombo” de R$ 400 bilhões deixado pela quadrilha, que objetivava se perpetuar no poder.

Temos que agradecer ao Grande Arquiteto do Universo a saúde e as condições de sobrevivência que ainda temos, o amor ao próximo e a todos os que participamos dessa indignação e revolta. Essa época deve ser de descanso e reflexão, para reunir forças e continuar a luta, pois só conseguiremos mudar tudo isso com o aniquilamento da quadrilha que deseja e tenta destruir o Brasil.

Enquanto isso, vamos oferecer nosso apoio ao atual governo, combatendo os entreguistas que ameaçam nossa soberania e os bandidos que querem derrubar o Estado de Direito, criado a duras penas por nossos antepassados.

Desejo que ano de 2025 represente para todos nós, especialmente para o Brasil, o limiar de uma era de prosperidade e grandeza.

Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2025

Subscrevem a XV Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mustafá, Carmem Valle, Cristiano Galvão, Daniel Lopes, David Carneiro, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Émerson Fernandes, Everaldo Costa, Fernando Alves, Flávio Ribeiro,  Francisco Soriano, George Torres,  Gilson  de Souza, Glauco Caixeiro,  Guaraci Corrêa Porto,  João  Campos Vieira,  João Custodio, José  Amaral, José Paty Pimentel, Josiney Davidson, Juca Ribeiro, Lamartine Oscar Vieira, Luiz Arthur Aveline,  Marcel Henrique Rodrigues,    Neemias Ramos, Odair Sonegatti,  Paulo Horn, Paulo Ladeira, Paulo Ramos, Ricardo Finco Pergola, Sebastião Calvet, Sérgio Abbad, Sérgio Soeiro, Unandir Gonçalves, Vinicius Branco, Washington Machado,  William Maribondo e outros.