quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Ao Povo Brasileiro

Ao constituirmos o grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos
claro que jamais falaríamos em nome de nenhuma Loja ou Potência Maçônica
determinada. Movia-nos nossa consciência de cidadãos livres, além da
responsabilidade de pertencer à Maçonaria, que sempre participou de
momentos relevantes da nossa História, atuando decisivamente para a
consolidação do estado e da nação brasileira. Podemos citar a
Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, a Revolução Farroupilha,
a Abolição de Escravatura e a Proclamação da República como exemplos
da forte presença e liderança dos maçons.

Em nossos rituais, reafirmamos, a cada sessão, jurar combater a tirania, a 
ignorância, os preconceitos e os erros e, ainda, que nossa atuação não conhece 
fronteiras, nem faz qualquer discriminação de etnias ou religiões, respeitando 
a crença e as opiniões de cada um.

Nesse grave momento da conjuntura nacional, os “Maçons pela
Democracia” reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.
Estamos convictos que um Maçom não pode se filiar a movimentos ou
agentes que defendam o racismo, a ditadura de qualquer origem ou a
resolução de conflitos por meio da violência.
Esses movimentos totalitários já fizeram com que a Maçonaria fosse
perseguida e proibida de exercer suas atividades em diversas ocasiões e
locais onde se instalaram.
Quando se chega ao paroxismo de se defender a tortura como meio
de atuação das forças de segurança e glorificar como heróis os bandidos
que a praticaram, está ferido de morte o ideal maçônico de respeito aos
direitos humanos. Foram irmãos maçons que redigiram a Declaração
Universal dos Direitos Humanos, base doutrinária das constituições da
França e dos Estados Unidos, posteriormente transformada em resolução
da ONU. Nela está tipificada a tortura como crime hediondo, inafiançável e
imprescritível, quando praticada por agente de estado.
Se maçons há que defendem essas práticas, deveriam substituir
seus aventais azuis celestes por um avental gotejado de sangue e
não merecem pertencer a um movimento tão sublime
como é nossa Ordem.

O ódio foi transformado no pão de cada dia de uma facção política,
que conseguiu apresentá-lo como a grande solução para nossos graves
problemas. A desigualdade social, a ignorância e a desinformação
completam esse caldo de cultura, que só vai fazer por piorar essa
situação.

É necessário que se aceitem e convivam as diferenças, como no
Pavimento do Mosaico, um discurso que promova um entendimento
através da democracia e não pela força. Não existe religião ou 
movimento espiritualista sério que defenda a eliminação de pessoas, ainda que
culpadas por algum delito, como solução para a vida e a harmonia de um país.

Defender como solução uma guerra civil, onde morram 30 mil
pessoas, inclusive inocentes, é assunto para cadeia ou hospício. 
Precisamos reafirmar nossos ideários permanentes e solidários, que
prezam pela soberania nacional e popular e pela defesa da democracia.
Não se diga que adotamos posição partidária. Com quem defende
racismo, tortura, defesa de ditadura, sonegação de impostos ou matança, 
não temos diferenças políticas. tais diferencas sao de principios morais. Caso de um certo candidato. 

No momento em que duas candidaturas disputam o segundo turno das 
eleições de presidente da Republica em nosso pais, não podemos nos dar 
ao luxo de cultivar uma neutralidade com essa choldra. Entendemos que a 
candidatura do professor Fernando Haddad representa sim, nossos ideais progressistas e 
nacionalistas, nosso compromisso com o avanço e a paz social
do Brasil, nossa luta contra o oportunismo, o entreguismo do patrimônio publico e a
corrupção, nossa luta pela soberania nacional e popular, pela preservação da democracia 
brasileira, tao arduamente reconquistada com a derrubada da duradoura ditadura cruel, 
corrupta e covarde instalada com o Golpe de primeiro de abril de 1964. 
Sensíveis a gravidade da atual situação e para evitar que a barbárie traga
para o Brasil seus inevitáveis e nocivos consectários, não temos a minima duvida de 
externar a unica e consagrada opção da candidatura do professor Fernando Haddad, 



apoiada por todas as centrais dos trabalhadores brasileiros, pelos movimentos sociais

e populares e pelos patriotas e democratas.   





11 comentários:

  1. Vamos de voto em voto virar. Depende de você e de mim. Aqui nadie se rinde!

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  2. Sou Washington Machado e digo Que se rinda tu madre! Vamos para a virada!

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  3. Vamos de voto em voto virar. Depende de você e de mim. Aqui nadie se rinde!

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  4. Unir todas as forças viva da nação para derrotar os fascistas que ameaçam nossa unidade e soberania.
    Non passaron.

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  5. Temos que defender uma sociedade com liberdade, igualdade e fraternidade. Isso a gente não encontra no Bolsonaro. Somente Haddad pode voltar o Brasil para o Caminho da paz.

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  6. Ou Haddad, ou a Barbaria! Não há terceira via. Abraço fraterno.

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  7. Parabéns ao "Grupo Maçons Pela Democracia". Vocês me surpreenderam,eu tinha uma ideia bem diferente da Maçonaria.
    "Pelos Direitos Humanos" Livro Sim Haddad É 13.
    Não a barbárie!

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  8. Repito. Ou Haddad ou a Barbárie. Como escreveu Ari Leite, não passarão.

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  9. MAURÍCIO PEREIRA DE SOUZA.27 de outubro de 2018. 00:33. Se há esperança vamos lutar. Se São Paulo virou, outras capitais poderão também virar. Pela paz. Pela democracia. Contra a ditadura. Contra os fascistas de plantão.

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  10. Isso é uma afronta ao povo brasileiro. Fake News.

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