sábado, 5 de setembro de 2026

XVIII Carta ao Povo Brasileiro

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA

Democracia ou Barbárie!

Brasil Soberano ou Colônia Americana?

Este é mais um Manifesto Nacional dos Maçons Progressistas pela Democracia, entre outros 11 já amplamente divulgados e subscritos por inúmeros irmãos iniciados, de todos os graus filosóficos e operativos.

Como sempre reafirmamos, os Maçons Progressistas pela Democracia falam em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou oficina, mantendo seu compromisso com as origens da Maçonaria e com sua postura cidadã.

A Maçonaria participou da elaboração da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, inspiração para os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, cujos preceitos a Ordem adota como parâmetro.

Historicamente, os maçons exerceram forte presença e liderança em momentos decisivos do Estado e da nação brasileira, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana, a Independência do Brasil, a Confederação do Equador, a Revolução Farroupilha, a Revolução Liberal de 1842, a Abolição da Escravatura e a Proclamação da República.

Fiéis a essa tradição de defesa dos direitos humanos e da soberania, denunciamos em nossa última carta a invasão e o bombardeio da Venezuela — país possuidor de imensas reservas petrolíferas —, acompanhados do sequestro de seu presidente em uma ação terrorista executada por milicianos sem o confronto das tropas locais. Tudo isso sob as ordens de um governante acusado de graves crimes, em flagrante desrespeito à soberania das nações e aos organismos internacionais.

Por diversas vezes, apontamos a conduta abjeta dos traidores da Pátria. De início, o filho do inominável, candidato à Presidência da República, afirmou publicamente que os Estados Unidos poderiam dispor das terras raras do Brasil para enfrentar a China. Posteriormente, a extrema direita solicitou ao governo  estadunidense sanções ao Brasil — incluindo de natureza militar —, sob o pretexto absurdo de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, enquanto omitia as notórias ligações da família Bolsonaro com milícias.

Embora cidadãos e parlamentares norte-americanos desaprovem tais medidas, os entreguistas brasileiros as defendem com extrema subserviência. Falsas razões ideológicas e religiosas levam esses indivíduos a desejar intervenções estrangeiras, ameaçando a soberania e a própria independência do Brasil. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF), pilar na contenção do golpismo, sofre ataques contínuos. A maioria dos ministros (Barroso, Fachin, Dino, Gilmar, Toffoli, Zanin e Cármen Lúcia) sofreram restrições e cancelamento de vistos. O ministro Alexandre de Moraes chegou a ser alvo de tentativas de inclusão na Lei Magnitsky, que prevê o bloqueio internacional de bens.

Enquanto isso, a imprensa golpista reserva espaço generoso e tratamento privilegiado a uma ala específica da Corte: os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques.

Em recente artigo, Luiz Nassif aponta uma assimetria na conduta de Mendonça, a quem acusa de blindar figuras ligadas à família Bolsonaro e de promover vazamentos seletivos de informações protegidas por segredo de Justiça, referentes à família de Lula, com trechos supostamente manipulados para alimentar narrativas políticas nos meios de comunicação.

Em contraste com essa agenda de retrocesso, após quatro anos de governo popular, a economia brasileira vem se recuperando do desastre que foi a gestão bolsonarista. No primeiro trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% em relação ao trimestre anterior, registrando uma das maiores altas entre as principais economias analisadas e superando o desempenho de países como Estados Unidos e Alemanha. No mesmo período recente, o Brasil avançou cinco posições no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Ao longo de 2025, a economia manteve-se em expansão: a inflação encerrou o ano dentro do intervalo da meta, em 4,26%, e a taxa média de desemprego recuou para 5,6%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. Já a isenção do Imposto de Renda para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, vigente desde janeiro de 2026, ampliou a renda disponível de milhões de brasileiros, enquanto as projeções do Fundo Monetário Internacional apontam o retorno do Brasil, em 2026, ao grupo das dez maiores economias do mundo, considerando o PIB nominal em dólares.

Com isso, o Brasil voltou a ocupar uma posição de respeito e relevância no concerto das nações. Em demonstração de prestígio internacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve interlocução direta com Donald Trump, dos Estados Unidos, Xi Jinping, da China, e Vladimir Putin, da Rússia, defendendo o diálogo, o entendimento entre os povos e a solução pacífica dos conflitos. Poucos líderes mundiais reúnem hoje tamanha capacidade de articulação com as principais potências do planeta.

Contudo, a mobilização popular é indispensável. Na eleição deste ano, a escolha nas urnas definirá não apenas a gestão pública e a preservação das riquezas naturais, mas a própria proteção da Pátria contra ameaças internas e externas. Segundo as pesquisas, apenas duas candidaturas concretamente disputam o rumo do País, enquanto as demais sequer alcançam um décimo do eleitorado. A soberania nacional e o fortalecimento da democracia, mais do que nunca, têm de pautar a escolha dos candidatos no Executivo e no Legislativo.

Como ensinava Barbosa Lima Sobrinho ao distinguir os amigos dos inimigos da nação:

“No Brasil, só existem dois partidos: o de Tiradentes e o de Joaquim Silvério dos Reis.”

Reafirmando sua indignação contra a subserviência externa, o doutor Barbosa declarava-se contrário à pena de morte, exceto para os traidores da Pátria.

Pelo voto consciente, vamos derrotar de vez a nefasta e entreguista extrema-direita nas urnas. Convidamos todos os irmãos maçons progressistas e democratas a se unirem na defesa do avanço social, da soberania e da democracia brasileira. Os candidatos devem posicionar-se com clareza.

Brasil Soberano! Brasil Colônia, Nunca Mais!

Rio de Janeiro, dia da Independência, 7 de setembro de 2026

Subscrevem a XVIII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafa Saleh, Carlos Osório, Carmen Valle, Cristianno (padre) Silva, David Carneiro, Dener Santos, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Flávio Watson, Francisco Soriano, Guaraci Corrêa Porto, João Carlos A. Santos, José Amaral, Juca Ribeiro, Maribondo Vinagre, Neemias Freire, Renato Maciel, Sebastião Calvet, Unandir Gonçalves Veira, Vinícius Branco, Washington Machado e outros.

terça-feira, 21 de abril de 2026

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA - XVII Carta ao Povo Brasileiro Paz com Autodeterminação dos Povos! Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

 MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA

XVII Carta ao Povo Brasileiro

Paz com Autodeterminação dos Povos!

Soberania Nacional ou Colônia dos Estados Unidos!

               

Reafirmando seu compromisso com as origens da Maçonaria e com sua atuação cidadã, os Maçons Progressistas pela Democracia manifestam-se em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja. 

Nossos pronunciamentos são divulgados nos momentos mais graves da conjuntura nacional e internacional, deixando clara nossa posição diante dos fatos.

 Em manifestação anterior, fizemos menção aos traidores da Pátria, à ousadia e à inconsequência de suas práticas abjetas. À época, contudo, não foi possível avaliar plenamente o alcance de seus crimes, já consumados ou ainda em curso.

 Nos últimos meses, um fato gravíssimo gerou ampla repercussão e intensos debates no campo do direito internacional. Uma nação foi invadida, e seu presidente, juntamente com sua esposa, foi sequestrado em uma ação típica de grupos terroristas, que neutralizaram sistemas de defesa eletrônica enquanto milícias perpetravam um crime hediondo, sem sequer enfrentar as forças regulares do país invadido. Tudo isso sob as ordens de um líder sanguinário, desprovido de qualquer respeito pela soberania das nações. Estamos falando da Venezuela — por enquanto. 

Em outras regiões do mundo, um genocida, dirigente processado por graves crimes internacionais, para quem a guerra serve como instrumento de sobrevivência política, promove uma limpeza étnica, massacrando populações civis na Faixa de Gaza, no Líbano e em áreas vizinhas, atingindo, sobretudo mulheres e crianças.

 Seu aliado estadunidense, além do episódio já mencionado, amplia tensões ao atacar o Irã e ameaçar, literalmente, destruir uma civilização milenar em poucos dias — Nem os maiores genocidas chegaram tanto!

Essa barbárie, praticada por inimigos da humanidade, encontra, infelizmente, eco no Brasil, onde há quem a defenda com argumentos absurdos e fantasiosos. Um entreguista, candidato à Presidência da República, investigado por corrupção, calúnia e enriquecimento ilícito, afirmou publicamente que os Estados Unidos poderiam contar com as terras raras do Brasil para enfrentar a China. 

Apesar desse cenário, é possível afirmar que a economia brasileira vem se recuperando do desastre que foi o governo Bolsonaro.

No primeiro trimestre de 2025, o país registrou uma das maiores altas do PIB no mundo, superando grandes potências como Estados Unidos e Alemanha. 

No ano anterior, o Brasil subiu posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), enquanto a economia cresceu 2,3%, com integração e inflação controlada. Os resultados positivos têm favorecido especialmente a população mais vulnerável, refletindo-se também na queda dos índices de desemprego.

 Medidas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil indicam a possibilidade de crescimento da renda média já em 2026.

 Além disso, projeções do FMI apontam que o Brasil retomou a posição de 10ª maior economia do mundo, com perspectivas de avançar ainda até o próximo ano.

 Estamos em ano eleitoral — momento decisivo para escolher quem governará o país e protegerá suas riquezas naturais. Mais do que isso, trata-se de decidir quem defenderá nossa soberania diante de ameaças externas e internas, muitas vezes articuladas entre si.

 A maioria da população ainda não percebe plenamente os riscos que enfrentamos. Há, inclusive, quem, por falsas razões ideológicas ou religiosas, tolere ou até deseje uma intervenção estrangeira.

 Já se observam sinais e ensaios de interferência nos assuntos internos do Brasil, seja na política de segurança, seja na atuação do Supremo Tribunal Federal, que teve papel fundamental na preservação da democracia.

 É preciso despertar. Quem serão as próximas vítimas dessa escalada de violência e ameaças? Resistiremos, ou nos curvaremos diante dessa engrenagem internacional de poder que impõe o terrorismo de estado?

 Ainda que sem arsenal nuclear, estamos prontos para seguir o exemplo do Irã, que não se amedronta e oferece cerrada resistência?

 Neste 21 de abril, Feriado Nacional de Tiradentes, é importante relembrar a frase pronunciada por este heroico brasileiro, imbuído de infinito amor pelo Brasil: "SE DEZ VIDAS TIVESSE, DEZ VIDAS DARIA". 

 Sobre a guerra dos EUA e Israel contra o Irã, o papa Leão XIV descreveu as ameaças de destruição da civilização persa como "inaceitáveis". Ele a condenou classificando-a de "espiral de violência" e apelando por um imediato cessar-fogo.

 Em resposta ao governo americano Leão XIV afirmou: “Não tenho medo do governo Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do evangelho”.

Talvez não seja necessário chegar a extremos. Por ora, basta a mobilização consciente da sociedade para barrar, nas urnas, a ascensão da extrema direita, aliada aos nossos inimigos externos, apresentando projetos políticos que atentem contra a Nação.

 A soberania nacional e o fortalecimento da democracia, mais que nunca, têm de fazer parte das discussões políticas, orientando a escolha dos candidatos no Executivo e no Legislativo.

 Pelo voto consciente vamos derrotar de vez a nefasta e entreguista extrema-direita nas urnas.

 Como diriam nossos índios, verdadeiros donos da terra, em sua língua tupi-guarani:

 – Nhande coive  ore  retama

(tradução: essa terra é nossa!)

 Rio de Janeiro, 21 de abril de 2026

 Subscrevem a XVII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafat, Carlos Osório, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, Glauco Caixeiro, Guaraci Correa Porto, João Custódio, José Amaral, Marimbondo Vinagre, Neemias Freire, Renato Maciel, Sebastião Calvet, Wagner Roque e outros.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA - A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL!

XVI Carta ao Povo Brasileiro

MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO!

A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL! 

Ditadura Nunca Mais!

Como é do conhecimento geral, os Maçons Progressistas pela Democracia falam em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, reafirmando seu compromisso com as origens da Maçonaria e sua postura de cidadão. 

Nossos pronunciamentos são e serão divulgados sempre nos mais graves momentos da conjuntura nacional e internacional e deixam clara nossa posição. Lembramos as palavras do imortal Barbosa Lima Sobrinho: “No Brasil, só existem dois partidos. O de Tiradentes e o de Joaquim Silvério dos Reis; os que estão do lado do Brasil e seu Povo e os que estão contra”. 

Recentemente, o presidente Lula repetiu essa citação. Foi, porém, o jornalista Reinaldo Azevedo, com sua imensa erudição, que nos foi buscar no Romance XXXIV do Romanceiro da Independência a precisa definição que Cecília Meireles usa para um traidor, no caso da Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério dos Reis, pior do que Judas Iscariotes, apóstolo que entregou Jesus aos seus captores.

A poeta Cecília Meireles escreveu:

“Melhor negócio que Judas / fazes tu, Joaquim Silvério: /

que ele traiu Jesus Cristo, / tu trais um simples Alferes. /

Recebeu trinta dinheiros... / - e tu muitas coisas pedes: /

pensão para toda a vida, / perdão para quanto deves, /

comenda para o pescoço, / honras, glórias, privilégios. /

E andas tão bem na cobrança / que quase tudo recebes!

Melhor negócio que Judas / fazes tu, Joaquim Silvério! /

Pois ele encontra remorso, / coisa que não te acomete. /

Ele topa uma figueira, / tu calmamente envelheces, /

orgulhoso e impenitente, / com teus sombrios mistérios. /

(Pelos caminhos do mundo, / nenhum destino se perde: /

Há os grandes sonhos dos homens, e a surda força dos vermes.)”

Realmente, se for chamado de “verme” alguém que se dirige a um Estado estrangeiro solicitando sanções e hostilidades contra seu próprio país, a acusação poderia soar ofensiva aos próprios vermes. Viver na podridão é a idoneidade dessa pessoa e ela só coexiste com os de sua laia.

Em favor de Silvério dos Reis ainda poder-se-ia alegar que, se traiu seus companheiros, não traiu sua pátria, pois era português. Dos crápulas que imploram sanções contra o Brasil, não há qualquer justificativa, a não ser a índole de atraiçoar e a necessidade de conviver com os da mesma corja.

Fica cada vez mais claro o que aconteceu no Brasil, no infeliz período de seis anos até 2022. Só apoiam aquela situação os ignorantes mais toscos, sem qualquer noção da realidade, e os que têm graves desvios de caráter.

Nunca se pensou ver militares de alta patente se igualando a mafiosos, tanto moral como operacionalmente. Muito menos ainda que aceitassem a aberta traição à Pátria, com a busca de interferência externa por outro país. Apenas um protestou, embora timidamente.

Em suas sepulturas, devem estar se debatendo os generais Machado Lopes, Henrique Lott, Cândido Rondon, Estillac Leal, Ladário Teles, Andrada Serpa, Osório Duque-Estada e o próprio Caxias - Luís Alves de Lima e Silva -, que dedicaram suas vidas a defender os interesses nacionais.

É conhecido o episódio da Revolução Farroupilha em que David Canabarro, ao receber a oferta de tropas argentinas para combater, respondeu a Juan Manuel Rosas – ex-governador da província: “se o primeiro soldado argentino pisasse solo brasileiro, ele se aliaria às tropas do Império”. A interferência externa era inaceitável. Tempos depois, Caxias, durante a Guerra do Paraguai, buscou Canabarro para compor o seu Estado-Maior. Os dois tinham uma grande afinidade: eram nossos irmãos maçons.

Mais do que nunca, o Brasil tem de estar unido. Os traidores do País, criminosos, terroristas, golpistas e milicianos, não podem ter anistia por seus crimes de lesa-pátria. Eles precisam ser julgados, com amplo direito de defesa e, tendo sido condenados, a pena deve ser cumprida na íntegra. Além disso, esperamos que todos sejam estigmatizados pela Sociedade.

Vários já estão presos e, segundo reportagem recente da insuspeita The Economist, a Justiça Brasileira tem dado um exemplo para o mundo. Nossa Economia está crescendo. Vamos prosseguir e mandar uma “passagem sem volta” para a nefasta e entreguista extrema direita nas próximas eleições.

O primeiro ato público realizado no dia primeiro de setembro próximo passado, em defesa da soberania nacional reuniu cerca de 200 entidades, lotando, simultaneamente, os três auditórios do Clube de Engenharia.

O evento cívico iniciou com o Hino Nacional e encerrou com o refrão do Hino de Independência “ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil”. Os diversos oradores denunciaram os atos de traição ao Brasil perpetrados naquele infeliz período de dois anos, seguidos de outros quatro, de governos antinacionais: entregas da BR-Distribuidora e da Eletrobras, duas das maiores empresas brasileiras; reformas trabalhistas e previdenciárias; e a tentativa de golpe contra o estado democrático e de direito, praticada pelos representantes da extrema direita que governou o País.

Do lema que ali surgiu, façamos nossa profissão de fé:

A SOBERANIA DO BRASIL É INEGOCIÁVEL!

Subscrevem a XV Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafá, Anderson Souza, Carlos Frazão, Carlos Osório, Cristiano Galvão, David Carneiro, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Fabrízio Tavoni, Fernando Alves,  Fernão Dias, Flauzino Antônio Neto, Flávio Watz, José Amaral, Francisco Soriano, Frato Kyudosha, George Torres, Everaldo Costa,  Frederick, Guaraci Corrêa Porto, Igor Lopes, João Custódio, John Vaz, Josiney Davidson, Juca Ribeiro, Júlio Tavares,  Lamartine Veiga, Luiz Aveline, Marcos Fregati, Mozart Noronha,  Neemias Ramos, Paulo Vicente, Pedro Escada, Regis Cerqueira, Renato Maciel, Ricardo Finco, Rodrigo Aguiar Brandão, Sebastião  Calvet, Sileimann Campos, Tiago Cimino Carvalho, Tomaz de Toledo, Unandir Gonçalves Veiga, Vinicius Branco, Wagner Roque, Whashington Machado, Willian Marimbondo Vinagre e outros ... 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA XV Carta ao Povo Brasileiro

 MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO! DITADURA NUNCA MAIS! DEMOCRACIA, SEMPRE!

Cadeia para os golpistas!

Neste grave momento da conjuntura nacional e internacional, os Maçons Progressistas pela Democracia, falando em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.

Cada vez restam menos dúvidas quanto ao que aconteceu no Brasil.

No entanto, ainda vemos, como denunciamos em nossa XIV ao Povo Brasileiro, inúmeras manifestações de defesa ou justificativa dos responsáveis pelos males que atingiram o Brasil naquele infeliz período de dois anos, seguidos de outros quatro anos, de governos antinacionais.

Poder-se-ia dizer que ainda defendem os representantes da extrema-direita que governou o País, naquele infeliz período de seis anos até 2022, apenas os ignorantes mais toscos, sem qualquer noção da situação, e os quem tem graves desvios de caráter ou de comportamento.

Inconformados com a derrota, afeitos à ditadura e à barbárie dos seus métodos, tentam, por todas as maneiras, voltar ao poder, ainda que pelo assassinato dos eleitos democraticamente e de juízes encarregados de julgar e punir bandidos e terroristas. Nunca se pensou que fosse possível que militares de alta patente fossem se igualar a mafiosos, tanto moral como operacionalmente. Ainda bem que    a própria incompetência evitou uma tragédia maior. Felizmente, alguns já estão presos e estimamos que todos venham a pagar por seus crimes ou tentativas.

Paralelamente, esses facínoras, aliados a cúmplices e sequazes de mesmo nível, promovem campanha para conseguir, de qualquer forma, inclusive pela extorsão, a anistia para os torturadores e terroristas responsáveis pelas tentativas de derrubada do Estado de Direito.  A História mostra o que acontece quando se anistiam golpistas e torturadores: os anistiados, na primeira oportunidade, assumem o poder e passam a perseguir os que lhes concederam a anistia. Que o diga o Presidente Juscelino Kubitschek, cassado e perseguido por quem o anistiou.

Os males causados pela ditadura resultante do golpe de 1º de abril ainda estão muito próximos para que se os possa esquecer. Principalmente quando os que pleiteiam a medida já se declararam a favor do golpe, da tortura e da morte de milhares de pessoas.

Os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 servem como uma vitrine dos inimigos do Brasil: golpistas, milicianos, terroristas, racistas, entreguistas, agentes a serviço de governos hostis e do capital internacional. O traço comum entre ele é o ódio ao Brasil e seu povo. Não querem um governo que sirva aos interesses da Pátria.

Cadeia para os criminosos, terroristas, golpistas e milicianos! Ninguém vai  torturá-los nem desaparecer com seus corpos, como eles já fizeram e fariam novamente se puderem. Devemos permanecer alertas e sermos implacáveis com esses bandidos, mas o crime se combate com a Lei; não com outros crimes.

O inominável conseguiu fazer o Brasil cair de 6ª para 13ª economia mundial. Com apenas dois anos de governo democrático e voltado para o social, já somos a 8ª. A melhora da Economia Nacional, atestada pela por índices incontestáveis, é criticada pelo “mercado” – denominação eufêmica para designar os interesses nacionais e internacionais que, em busca de mais e mais lucros, combatem a isenção do Imposto de Renda para os baixos salários, a correção do salário mínimo com ganhos reais, e o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Especula-se com moedas estrangeiras, em especial, o dólar, para sabotar a Economia, causando a alta artificial da inflação. Em resumo, combate-se tudo que venha trazer qualquer melhoria à vida das pessoas carentes.

O chamado “orçamento secreto”, cujo nome foi modificado para “emendas parlamentares”, transformou o Brasil num falso regime parlamentarista, onde um grupo de beneficiários não admite se submeter a qualquer controle do dinheiro público ou transparência.

A chamada “grande imprensa”, infelizmente, contribui de forma decisiva para uma imerecida rejeição ao governo, enquanto o desemprego diminui, o PIB aumenta e a inflação está controlada. Reclamam agora de correções no ajuste fiscal, mas nunca reclamaram do “rombo” de R$ 400 bilhões deixado pela quadrilha, que objetivava se perpetuar no poder.

Temos que agradecer ao Grande Arquiteto do Universo a saúde e as condições de sobrevivência que ainda temos, o amor ao próximo e a todos os que participamos dessa indignação e revolta. Essa época deve ser de descanso e reflexão, para reunir forças e continuar a luta, pois só conseguiremos mudar tudo isso com o aniquilamento da quadrilha que deseja e tenta destruir o Brasil.

Enquanto isso, vamos oferecer nosso apoio ao atual governo, combatendo os entreguistas que ameaçam nossa soberania e os bandidos que querem derrubar o Estado de Direito, criado a duras penas por nossos antepassados.

Desejo que ano de 2025 represente para todos nós, especialmente para o Brasil, o limiar de uma era de prosperidade e grandeza.

Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2025

Subscrevem a XV Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mustafá, Carmem Valle, Cristiano Galvão, Daniel Lopes, David Carneiro, Dener Fabrício, Djair Milton, Emanuel Cancella, Émerson Fernandes, Everaldo Costa, Fernando Alves, Flávio Ribeiro,  Francisco Soriano, George Torres,  Gilson  de Souza, Glauco Caixeiro,  Guaraci Corrêa Porto,  João  Campos Vieira,  João Custodio, José  Amaral, José Paty Pimentel, Josiney Davidson, Juca Ribeiro, Lamartine Oscar Vieira, Luiz Arthur Aveline,  Marcel Henrique Rodrigues,    Neemias Ramos, Odair Sonegatti,  Paulo Horn, Paulo Ladeira, Paulo Ramos, Ricardo Finco Pergola, Sebastião Calvet, Sérgio Abbad, Sérgio Soeiro, Unandir Gonçalves, Vinicius Branco, Washington Machado,  William Maribondo e outros.

segunda-feira, 6 de maio de 2024

Criação do Estado da Palestina! Basta de Genocídio em Gaza!

 Por Maçons Progressistas pela Democracia XIV Carta ao Povo Brasileiro, Maçonaria é transformação!

Em graves momentos da conjuntura nacional, os Maçons Progressistas pela Democracia reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria, em cartas dirigidas ao povo brasileiro, posicionando-se, não em nome de instituições, e sim, e sempre com base em convicções pessoais sobre o dever cívico de um verdadeiro maçon.

No momento, não é possível silenciar em relação ao que ocorre na Palestina. Além do caráter universalista da nossa instituição, há notórias ligações entre os acontecimentos daqui e de lá.

Nas ultimas eleições, apesar de todas as notícias falsas, manipulações, desvios de recursos públicos, compras de votos, concessão de vantagens ilegais, obstrução de estradas, ameaças e outros expedientes igualmente desonestos, a civilização venceu a barbárie.

No entanto, ainda vemos inúmeras manifestações de defesa ou justificativa dos responsáveis pelos males que atingiram o Brasil naquele infeliz período de dois anos, seguidos de outros quatro anos, de governos antinacionais.

Nessas manifestações, que, felizmente, vêm se escasseando, a bandeira de Israel é presença constante. A barbárie se une à barbárie.

O genocida, responsável pela morte de milhares de crianças, mulheres e idosos ofende o presidente Lula porque ele denunciou o óbvio:

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum outro momento histórico.”

Enquanto isso, o PIG, Partido da Imprensa Golpista, explicitando sua submissão ao sionismo, introduz ou reforça um conceito errôneo, inculcando na população um preconceito inexistente e sem base lógica.

Semitas, atualmente, são judeus e árabes, inclusive os palestinos e também o eram, na Antiguidade, fenícios, hebreus (judeus), babilônicos, arameus, assírios e outros que, no terceiro milênio antes de Cristo, deslocaram-se da Península Arábica para a Mesopotâmia. A essa etnia pertencem, praticamente, todos os descendentes de portugueses e espanhóis, vez que os mouros dominaram a Península Ibérica durante quase oito séculos.

Os Semitas estão intimamente ligados com a origem das três grandes religiões monoteístas no mundo: o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo.

O Sionismo, ao contrário. O jornalista judeu, Bruno Altman, chama de “uma ideologia racista, colonial e teocrática e, como o resultado de anos de conflito, foi a construção de um regime de apartheid que oprime o povo palestino de diversas formas, colonial e racista”. Sionismo é o valhacouto dos extremistas de direita, racistas, representantes do capital financeiro internacional, genocidas e fundamentalistas religiosos. Pregam a supremacia do estado de Israel, com a aberta conivência dos Estados Unidos da América, que se beneficia com essa aliança.

Israel tem sido a ponta de lança dos interesses americanos no Oriente Médio, inclusive e, principalmente, no que concerne ao petróleo, que lá existe em abundância, inclusive na faixa de Gaza.

Assim, Resoluções da ONU a favor dos palestinos são sistematicamente ignoradas pelo governo israelense ou vetadas pelos Estados Unidos e nunca foram cumpridas.

Destarte, acoimar de antissemitas os progressistas, que querem livrar desses facínoras os perseguidos por ele vitimados, é ignorância crassa ou extrema má-fé. Antissemitas, se existissem, seriam contra judeus, árabes, descendentes de portugueses e espanhóis. Sionistas, indissoluvelmente associados à extrema-direita, temos a obrigação de combater.

Enquanto isso, nosso governo continua a ser hostilizado pelos “excelentíssimos”, para não se utilizar palavra mais apropriada, que se viciaram com as emendas parlamentares e querem a exclusividade do uso dos recursos públicos em seus projetos pessoais de poder. Para isso, usam os atos mais baixos de sabotagem, na tentativa de enfraquecer os poderes Executivo e Judiciário e, em última análise, o Brasil. Ainda assim, vamos sediar a próxima reunião do G-20, numa incontestável demonstração de prestígio.

É preciso um esforço de comunicação, divulgando a verdade, para que não tenhamos surpresas desagradáveis nas próximas eleições. 

A maneira de colaborar, levando-se em conta a realidade da imprensa golpista, é com a participação da sociedade organizada em sindicatos, associações, grupos religiosos não comprometidos e, principalmente, dialogando fraternalmente com nossos irmãos nas lojas maçônicas, algumas, infelizmente, indiferentes ao estudo da realidade brasileira, ou desinformadas pelos grandes órgãos de comunicação, pagos para espalhar falsos conceitos políticos.

Enquanto os Maçons Progressistas pela Democracia elaboravam esta XIV Carta ao Povo Brasileiro, presenciavam no mundo inteiro, com destaque nas principais universidades norte-americanas, tendo à frente professores e estudantes, as vigorosas manifestações a favor dos palestinos e condenando o genocídio em Gaza.

Os preceitos que devemos seguir estão claramente expressos em nossos rituais: combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros; glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade; levantando templos à virtude e cavando masmorras aos vícios.

Cobramos a criação do Estado da Palestina, com as fronteiras definidas pela ONU!

Um basta do Genocídio em Gaza! 

Rio de Janeiro, 6 de maio de 2024 

Subscrevem a XIV Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Amir Mostafa Saleh, André Cantuária, Carmen Valle, Daniel Lopes Martins, David Bras Carneiro, Dener Fabrício Santos, Denis Söndahl, Emanuel Cancella, Eugênio Maria Gomes, Everaldo Costa de Souza, Francisco Soriano, Gilberto Palmares, Guaraci Correa Porto, Igor Santa Cruz, George Torres, João Campos Vieira, José Amaral de Brito, Juca Ribeiro, Lamartine Veiga, Mário Elísio Barreto, Neemias Ramos Freire, Paulo Ladeira, Renato Lopes, Ricardo Finco Pergola, Sebastião Calvet, Sergio Soeiro, Vinícius Branco, Wagner Roque, William Maribondo Vinagre e outros. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA XIII CARTA AO POVO BRASILEIRO

 

 TODO APOIO À CPI MISTA DO 8 DE JANEIRO

Video da matéria: https://www.youtube.com/watch?v=bqakidskudA

 

Presidente Lula,

DECRETE ANULADA A DOAÇÃO DA ELETROBRAS!

RETOME DOS RECEPTADORES A BR-DISTRIBUIDORA!

 

A Maçonaria é plural. Nenhum maçom individualmente ou em grupo pode se manifestar em nome da instituição, mas nada impede que manifeste suas preocupações e se dirija ao Povo Brasileiro. Principalmente, quando o que se quer resgatar são os princípios maçônicos, que temos de defender por juramento, objetivando o aperfeiçoamento de humanidade pelo amor, através da democracia e não pela força. 

Neste grave momento da conjuntura nacional, os Maçons Progressistas pela Democracia, como já o fizeram em 12 cartas ao povo brasileiro, reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria. 

Cada vez restam menos dúvidas quanto ao que aconteceu e, infelizmente, ainda está acontecendo no Brasil. Nas eleições de 2022, apesar de todas as notícias falsas, manipulações, compras de votos, concessão de vantagens ilegais, obstrução de estradas pela Polícia Rodoviária Federal, ameaças e outros expedientes igualmente desonestos, a civilização venceu a barbárie.

Mera comparação entre os defensores de uma e de outra linha política é suficiente para mostrar quem se preocupa com o povo brasileiro, em especial, com as classes menos favorecidas, quem tem convicção do que fala e quem procura subterfúgios para falsear a verdade; quem gosta e quem não gosta do Brasil.

Poder-se-ia dizer que apenas os ignorantes, sem qualquer noção objetiva da realidade, e aqueles acometidos de graves desvios de comportamento ou de caráter ainda defendem os representantes mais toscos da extrema-direita que governaram o País até 2022. Afinal, ainda vemos inúmeras manifestações de defesa ou justificativa dos responsáveis pelos males que atingiram o Brasil naquele infeliz período de seis anos.

Nessa quarta-feira, 14 de julho de 2023, apesar do curto espaço de tempo do Governo atual, a agência de classificação de risco S&P Global Ratings alterou a perspectiva de nota de crédito do Brasil de estável para positiva, o que não acontecia desde 2019 – quando foi retirada ante os descalabros praticados pela corja que ocupava o poder. 

Além do brilho na reunião do G-20, pela primeira vez nos 31 anos de história do G-7, transformado em G-8, o Brasil não foi um ausente ou mero “convidado de pedra”, que nada tem a dizer sobre o tema principal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesse mês de junho, em Heiligendamm, pequeno balneário alemão no Báltico, falou - e foi ouvido com interesse - sobre biocombustíveis, na medida em que o assunto principal da cúpula passou a ser a busca por fontes de energia menos prejudiciais ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, que provenham de fornecedores seguros.

Todavia, esse reconhecimento internacional das medidas econômicas adotadas não impediu que os canalhas de sempre continuassem a criticá-las, inventando estranhas teorias, que mal disfarçam o desprezo que as chamadas “elites” têm pelo Brasil e pelas soluções mais igualitárias. O jornal Estado de S. Paulo, contumaz intérprete da direita, chegou a afirmar, no editorial de 19 de junho de 2023, que os êxitos econômicos do Governo “se devem à sorte de Lula”. Keynes, Adam Smith e Marx devem estar se sacudindo em seus túmulos diante dessa teoria inovadora da Ciência Política Econômica.

Enquanto isso, amplos setores da política e da burocracia tentam, por todos os meios, sabotar o atual governo. Por isso, é preciso um esforço de comunicação no Brasil para que só se divulgue a verdade. Caso contrário, corremos o risco de termos surpresas desagradáveis nas próximas eleições. 

Não estão chegando ao conhecimento da população os crimes praticados pela quadrilha da extrema-direita, desde os chefes até os mais inexpressivos como, por exemplo, os escândalos dos desvios das vacinas - que causaram milhares de mortes -, os valores desviados do orçamento para a compra de votos, as ações antidemocráticas e criminosas praticadas pelos integrantes das polícias e, infelizmente, das Forças Armadas, os absurdos cometidos por integrantes da justiça e do ministério público, a infiltração de milicianos e bandidos de todas as categorias - com seus acampamentos de terroristas e desordeiros - que promoveram uma tentativa de golpe com a depredação de prédios dos três poderes da República.

O Brasil foi salvo pela atuação corajosa e eficiente do ministro Alexandre de Morais, à frente do TSE, e de quase todos os seus pares no STF. Os brasileiros não irão esquecer, também, da coragem do ministro da Justiça Flávio Dino. É preciso prestigiar suas condutas e impedir que sejam ameaçados ou inibidos pelas diversas quadrilhas, que ainda têm poder e tentam manipular a opinião pública. 

Aqueles bandidos, que assaltaram o poder, precisam ser desmascarados e exemplarmente punidos, dentro dos limites da Lei, que eles tanto desprezam. Essas punições têm de abranger, não só a área criminal, com suas prisões, como a cível, fazendo com que indenizem os prejuízos causados ao Erário e a outras pessoas.

Aqueles que pensavam que ficariam impunes estão hoje desesperados. Os dois mais desavergonhados arautos do golpe, Sérgio Moro e Deltan Dallagnhol estão desmoralizados e oficialmente enquadrados em inúmeros crimes, até por organismos internacionais.

A cassação do mandato de deputado do ex-procurador da República Deltan Dallanhol, referendada pela Câmara Federal, teve como fulcro a falsificação de provas contra os investigados pela Lava Jato, em articulação com o Sérgio Moro - julgado em grau definitivo como juiz parcial tanto pelo STF, quanto pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, neste 27 de julho, na avaliação dos processos contra o ex-presidente Lula. A conclusão  foi que Moro, em 2018, violou os direitos políticos de Lula. 

A melhor maneira de colaborar com a reconstrução nacional, levando-se em conta o Partido da Imprensa Golpista (PIG), como definiu o desassombrado jornalista Paulo Henrique Amorim, é a participação em sindicatos, associações, grupos religiosos não comprometidos e nos organizando em grupos de Maçons Progressistas pela Democracia ou Irmandade Progressista.

É fundamental que todos os democratas apoiem a CPI Mista para apuração dos atos criminosos praticados contra os Três Poderes da República com a punição dos delinquentes, despejando mais uma pá de cal na cova do sonho fascista do falso messias Jair Bolsonaro.

Em seus recentes pronunciamentos, louvamos a condenação pelo presidente à privatização do sistema elétrico. 

Todavia, a nação exige ação concreta. O quanto antes, Lula, DECRETE ANULADA A DOAÇÃO DA ELETROBRAS!

Sim, queremos mais, senhor presidente, RETOME DOS RECEPTADORES A BR-DISTRIBUIDORA, o caixa da Petrobras!

Os preceitos que devemos seguir estão claramente expressos em nossos rituais: combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros, glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade, levantando templos à virtude e cavando masmorras aos vícios, sem esquecer nossos objetivos mais profundos:

LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE!

Rio de Janeiro, 04 de agosto de 2023

 

Subscrevem a XIII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons:

Adilson Resende, Alexandre Moraes, Amir Mostafa Saleh, André Cantuária, Antônio Silva Filho, Arthur Aveline, Carlos Osório, Carmen Valle, Daniel Lopes, David Carneiro, Djair Milton, Dulce Inês Insfran, Emanuel Cancella, Eugênio Maria Gomes, Everaldo Costa de Souza, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, Frederico Pandolphe, George Torres, Gilberto Palmares, Glauco Caixeiro, Guaraci Correa Porto, Igor Santa Cruz, João Campos Vieira, João Custódio, Jobbes Rodrigues Pereira, John Vaz, José Amaral de Brito, José de Arimateia, Juca Ribeiro, Júlio Cesar de Tavares, Lamartine Oscar Veiga, Marcelo Cosentini, Mário Elísio Barreto, Neemias Ramos Freire, Rafael Baioto, Raphael Pereira, Regis Cerqueira, Renato Maiel, Renzo Fabrício de Moura, Ricardo Finco Pergola, Roberto Siabra Maia, Sebastião Calvet, Unandir G Veiga, Vinícius Branco, Walter José Irber, Wagner Roque, William Maribondo Vinagre e outros.