segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Segunda Carta ao Povo Brasileiro - Maçons Pela Democracia

por Maçons Pela Democracia


Veja o video desta matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=mMe91jzL-NA



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Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Pela Petrobrás, Soberania Nacional, Amazônia e Democracia
Nós, Maçons Pela Democracia, entendemos, de acordo com os valores que juramos proteger, ao longo de toda a vida maçônica, a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Igualmente, defendemos os valores de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, respeitando as diferenças e lutando pelos mais necessitados.  Pertencemos a diversas potências maçônicas e variadas oficinas, mas falamos em nosso nome. Princípios que a Maçonaria tem impregnado em nossos corações, enquanto cidadãos livres e com sede de justiça.

Nós nos indignamos ao ver o povo brasileiro sendo violentado a cada decisão governamental  que subtrai direitos trabalhistas e previdenciários, retira medicamentos de uso contínuo, corta verbas de educação pública, entrega e dilapida o patrimônio público,  provoca desemprego e mais miséria.

O povo não pode ser vítima de uma guerra ideológica contra as minorias e os mais pobres. Haja vista a covarde perseguição do governo Bolsonaro aos médicos cubanos, forçando-os a se retirarem do programa “Mais Médicos”, o que deixou milhares de brasileiros de baixa renda sem assistência médica básica.

Em cortes na distribuição gratuita de medicamentos de uso contínuo indispensáveis, mais de 30 milhões de diabéticos, transplantados e com tratamento de câncer ficaram abandonados à beira da morte.
Defendemos não apenas o respeito ao meio-ambiente, mas a soberania de nossa floresta amazônica, sempre tão cobiçada - não apenas por franceses, ingleses, alemães e outros, mas, principalmente, por estadunidenses-, com toda diversidade de fauna, flora e culturas indígenas. Combatemos a entrega da Base de Alcântara aos norte-americanos pelo governo do Capitão Motosserra.

Seguindo o verdadeiro patriotismo, aquele comprometido com nosso povo, não podemos deixar de apontar as ameaças às populações indígenas por parte das constantes invasões, destruições e incêndios florestais criminosos causadas por inescrupulosos madeireiros, pecuaristas e garimpeiros, incentivados pelo mesmo Capitão Motosserra.

Igualmente, questionamos o desmonte total de nosso setor petrolífero para atender aos interesses transnacionais e entregar a Petrobrás, levando o emprego e a renda para outros países, desempregando os trabalhadores brasileiros.

O desmonte completo de nossas últimas estatais, empresas lucrativas e eficientes, patrimônio do povo brasileiro, afeta diretamente os trabalhadores que não podem arcar com as variações e os caprichos do capital especulativo, que manipula artificialmente preços para maximizar os lucros, não se importando com o serviço básico.

O Pré-Sal, que por lei deve financiar as necessidades em saúde e educação dos brasileiros, está sendo entregue para as multinacionais estrangeiras, deixando para trás somente o ônus ambiental das atividades de extração.
Nossa pluralidade de pensamento e democracia de opiniões se vê severamente ameaçada quando governantes – cuja eleição é altamente questionável por diversos motivos – decidem declarar guerra ao conhecimento e à inteligência.

Os conselhos federais, que regulamentam e zelam pela excelência profissional nos mais diversos setores, se veem atingidos por medidas de “desregulamentação” que tendem a sufocar a voz dos trabalhadores.
Os profissionais brasileiros de engenharia e arquitetura, reconhecidos em todo o mundo, estão ameaçados  de perderem os Conselhos e suas entidades de classe. A memória do trabalho de gênios como Oscar Niemeyer corre risco quando os Conselhos que zelam pela nossa excelência estão sob ataque.

As “fake news”, responsáveis por afetar nosso sistema eleitoral e iludir os incautos, estão paulatinamente destruindo os veículos de imprensa, difamando os profissionais e suprimindo a pluralidade democrática de publicações. No lugar de informação e fatos, mera propaganda de ódio adentra nossos telefones e computadores, levando entes queridos, amigos e vizinhos a comportamentos irracionais e aberrantes.
Além de tudo que já foi mencionado, nossa população vem sendo barbarizada, diariamente, pelas ‘milícias’, que, acobertados por poderosos, extorquem os pequenos comerciantes e aterrorizam moradores em busca de “taxas de proteção”, influenciando até mesmo a escolha de candidatos em diversas regiões.

Intimidado palas milícias, nosso povo sofre extorsão e se vê desalentado perante um poder público que somente se importa com a agenda de desmonte, deixando os mais necessitados ao Deus dará.

Nas relações exteriores, o Brasil deixou de ser respeitado. Em passado recente, éramos bem vistos e tidos como amigos de todas as nações. Agora, somos motivo de chacota no mundo inteiro, quando, em nosso nome, fora dos limites civilizatórios, se disparam ofensas contra chefes de estado e seus familiares – sem nenhuma preocupação com possíveis consequências.

Tudo isso permitido por grupos inescrupulosos encastelados no Poder Judiciário e no Ministério Público que encarceraram, sem qualquer base fática ou legal, o ex-presidente Lula, enquanto deixam, à solta, criminosos com evidentes provas de seus delitos.

Que todos as brasileiras e os brasileiros, civis e militares, se organizem e se unam em defesa da Constituição, do progresso social e da democracia.
Nenhum Direito a Menos!

Viva o Brasil livre, soberano e fraterno! Não vamos nos dispersar! Ditadura Nunca Mais!

Favor divulgar pelo Brasil!

Rio de Janeiro, 09 de setembro de 2019

Assinam os irmãos:
Antonio Teixeira, Dener Fabrício, Emanuel Cancella, Enrico Salvatori, Francisco Soriano, Gilberto Palmares, Guaraci Porto, José Amaral de Brito, Sergio Abadde, Vinicius Branco. 

terça-feira, 11 de junho de 2019

Subscrevem os Mestres Maçons Emanuel Jorge de Almeida Cancella Francisco Soriano de Souza Nunes


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Quarto Manifesto dos Maçons pela Democracia
Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Liberdade com dignidade para LULA.

É importante ressaltarmos que ao constituir o grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos claro que não nos posicionamos como  filiados a uma Loja ou Potência Maçônica determinada.
Além da homenagem aos maçons que participaram de momentos relevantes da nossa História, atuando decisivamente para a consolidação do Estado e da nação brasileira, nossa consciência de cidadãos, além da responsabilidade de pertencer à Maçonaria, impõe que não permaneçamos silentes ante ao que ocorre em nosso país.

O discurso de ódio para com os independentes ou opositores, bem como o complexo de inferioridade no trato com as nações, se tornaram o pão de cada dia de uma facção política que conseguiu tomar o poder e se apresentar como solução para os graves problemas nacionais: o aumento da desigualdade social, desemprego, recessão econômica, educação, saúde, transporte, pesquisas. Para tal, são “cuidadosamente” escolhidas pessoas para áreas sensíveis como Educação, Direitos Humanos e Relações Exteriores. 

Embora pratiquem atos que são verdadeiras aberrações, não se trata de engano na escolha: o objetivo é atacar os pilares da identidade de uma nação e humilhar os que ainda fazem o possível para conservá-la soberana, próspera e bem acatada mundo afora. Prega-se até guerrear com a Venezuela, como linha auxiliar do império norte americano, para quem se bate continência e se curva vergonhosamente, que cobiçam as maiores reservas de petróleo do mundo.

Enquanto isso, relações espúrias com grupos de bandidos armados, milícias criminosas, começam a apontar para a cozinha ou até para a sala de estar dos ambientes palacianos. O crime execrável perpetrado contra as vidas da vereadora Marielle e do motorista Anderson continua pendente, enquanto não se identificar a figura dos mandantes
.

O processo que condenou o ex-presidente Lula e o afastou da disputa presidencial é uma verdadeira excrescência jurídica. Provas falsas, teorias penais teratológicas, jurisdição incorreta, cerceamento de defesa, escuta ilegal de conversas entre advogados e clientes, “vazamentos” seletivos de delações e informações, culminando com a divulgação da criminosa escuta telefônica, envolvendo a então presidente da República. 

No Sistema Penal eleito pela Carta Magna para as relações jurídicas no Brasil, juiz, representante do  Ministério Público e advogados constituem um tripé da justiça com igualdade hierárquica e independência. Não há possibilidade de o magistrado atuar com uma das partes em detrimento a outra, sob pena de configurar um conluio, como ficou demonstrado na gravação do site The Intercept Brasil das conversas mantidas entre ambos no aplicativo Telegram.
Procurador e juiz não podem confabular, trocar impressões ou entabular estratégias fora dos autos, como a atuação do juiz Moro que pressionou o procurador Dallagnol a confeccionar denúncia contra o então candidato a presidência, cujas pesquisas indicavam vitorioso no primeiro turno.

A denúncia foi concretizada com textual afirmativa de que não havia provas, e sim, segundo o procurador, convicção. Moro, levianamente, acolheu tal denúncia, gerando mais tarde a condenação revoltante do ex-presidente.

Prenderam o ex-presidente Lula, por conta do tríplex de Guarujá, do qual nunca provaram a sua titularidade. Lula foi preso por conta do tríplex que não é seu e por uma reforma que nunca existiu.

A farsa da reforma do tríplex foi usada pelo dono da OAS, Leo Pinheiro, preso e condenado. 

Para diminuir sua pena, declarou, em delação premiada, que Lula negociara a reforma em troca de favores ilícitos na Petrobrás. A reforma do tríplex nunca existiu. Fotos e vídeos o comprovam. Notas fiscais foram emitidas por uma empresa de Curitiba, domicilio do então juiz Moro, e foram anexadas ao processo para “comprovar” uma alegada reforma do imóvel em Guarujá, São Paulo. Na OAS, foi criado o departamento de propina, onde se pagavam R$ 6 milhões a delatores para prestarem depoimentos, manipulados na Lava Jato, contra Lula, Dilma e os partidos do campo progressista.

Leo Pinheiro, além dos milhões, acintosamente, conseguiu fazer seu genro, Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal. Também em nome do falso combate à corrupção, o desemprego avança, já que, de forma irresponsável e entreguista, navios e plataformas são agora construídos no estrangeiro, gerando emprego e renda para os gringos. Os golpistas destruíram a engenharia e a construção naval nacional.

Enquanto isso permanece “blindado” o ex-senador Aécio Neves, com mandato de deputado federal, apesar do volume de provas que se acumulam contra ele, inclusive gravação própria pedindo dois milhões de reais a JBS e ameaçando matar até seu primo se o delatasse.
 
Lula é acusado de ser o comandante máximo da corrupção na Petrobrás. Enquanto isso, FHC não é, sequer, investigado, ainda que várias vezes delatado por corrupção na Petrobrás, inclusive pela Lava Jato, em algumas junto com o próprio filho, e com fortes indícios de enriquecimento ilícito, pois possui apartamento de luxo em Paris e Nova York, fazenda com aeroporto no Brasil. Segundo delações de Nestor Cerveró, recebeu, ainda, a  escandalosa propina de US$ 100 milhões pela compra da empresa petrolífera Pérez Companc, na Argentina. As privatizações do patrimônio público, iniciadas em seu governo, prosseguem agora a todo vapor. 

As acusações de parcialidade, condução coercitiva e abusiva, quando Lula não se negava a depor não estão restritas, infelizmente, ao âmbito da Lava Jato.

Tal o interesse na condenação do ex-presidente, que o processo foi julgado antes de centenas que estavam na frente. Nunca no Brasil um processo foi julgado com tamanha celeridade, desrespeitando regimentos internos dos Tribunais, os Códigos de Direito e Processo Penal e a Constituição da República.

Não havia tempo hábil para que os desembargadores do TRF-4, pudessem ler e preparar um acórdão tão rapidamente a partir do processo de condenação vindo do juiz Moro. E, mesmo assim, majoraram com crueldade, tanto a pena restritiva de liberdade quanto a pecuniária, indevidamente imposta a um septuagenário. Prova disto, é que posteriormente, o STJ revisou as indevidas imputações, da primeira e segunda instância.

Uma simples leitura do inciso LVII do artigo 5º da Constituição da República e do artigo 283 do Código de Processo Penal é suficiente para que se conclua que nossa legislação optou pela prisão apenas em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado. Sob o manto de nossa legislação, é, pois, incabível a prisão em fase anterior, a não ser nos casos especiais e explicitados suas razões, o que não ocorreu no processo do Lula.
Tanto que centenas de juristas que tomaram ciência destes gravíssimos fatos exigem o imediato afastamento de Moro e Dallagnol de suas  funções.

Os Maçons pela Democracia esperam que o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do Judiciário como guardião da Constituição, cumpra seu dever de por ela zelar, anulando totalmente o processo, por seus erros e vícios, LIBERTANDO IMEDIATAMENTE O EX-PRESIDENTE LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, preso político.
Outrossim, sugerimos ainda a imediata criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para que se apurem as irregularidades e desmandos no âmbito da operação Lava Jato e seus reflexos na vida política brasileira.


Liberdade com dignidade.
LULA, Livre!

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2019
Pelos Maçons pela Democracia

Subscrevem os Mestres Maçons
Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Francisco Soriano de Souza Nunes


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Ao Povo Brasileiro

Ao constituirmos o grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos
claro que jamais falaríamos em nome de nenhuma Loja ou Potência Maçônica
determinada. Movia-nos nossa consciência de cidadãos livres, além da
responsabilidade de pertencer à Maçonaria, que sempre participou de
momentos relevantes da nossa História, atuando decisivamente para a
consolidação do estado e da nação brasileira. Podemos citar a
Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, a Revolução Farroupilha,
a Abolição de Escravatura e a Proclamação da República como exemplos
da forte presença e liderança dos maçons.

Em nossos rituais, reafirmamos, a cada sessão, jurar combater a tirania, a 
ignorância, os preconceitos e os erros e, ainda, que nossa atuação não conhece 
fronteiras, nem faz qualquer discriminação de etnias ou religiões, respeitando 
a crença e as opiniões de cada um.

Nesse grave momento da conjuntura nacional, os “Maçons pela
Democracia” reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.
Estamos convictos que um Maçom não pode se filiar a movimentos ou
agentes que defendam o racismo, a ditadura de qualquer origem ou a
resolução de conflitos por meio da violência.
Esses movimentos totalitários já fizeram com que a Maçonaria fosse
perseguida e proibida de exercer suas atividades em diversas ocasiões e
locais onde se instalaram.
Quando se chega ao paroxismo de se defender a tortura como meio
de atuação das forças de segurança e glorificar como heróis os bandidos
que a praticaram, está ferido de morte o ideal maçônico de respeito aos
direitos humanos. Foram irmãos maçons que redigiram a Declaração
Universal dos Direitos Humanos, base doutrinária das constituições da
França e dos Estados Unidos, posteriormente transformada em resolução
da ONU. Nela está tipificada a tortura como crime hediondo, inafiançável e
imprescritível, quando praticada por agente de estado.
Se maçons há que defendem essas práticas, deveriam substituir
seus aventais azuis celestes por um avental gotejado de sangue e
não merecem pertencer a um movimento tão sublime
como é nossa Ordem.

O ódio foi transformado no pão de cada dia de uma facção política,
que conseguiu apresentá-lo como a grande solução para nossos graves
problemas. A desigualdade social, a ignorância e a desinformação
completam esse caldo de cultura, que só vai fazer por piorar essa
situação.

É necessário que se aceitem e convivam as diferenças, como no
Pavimento do Mosaico, um discurso que promova um entendimento
através da democracia e não pela força. Não existe religião ou 
movimento espiritualista sério que defenda a eliminação de pessoas, ainda que
culpadas por algum delito, como solução para a vida e a harmonia de um país.

Defender como solução uma guerra civil, onde morram 30 mil
pessoas, inclusive inocentes, é assunto para cadeia ou hospício. 
Precisamos reafirmar nossos ideários permanentes e solidários, que
prezam pela soberania nacional e popular e pela defesa da democracia.
Não se diga que adotamos posição partidária. Com quem defende
racismo, tortura, defesa de ditadura, sonegação de impostos ou matança, 
não temos diferenças políticas. tais diferencas sao de principios morais. Caso de um certo candidato. 

No momento em que duas candidaturas disputam o segundo turno das 
eleições de presidente da Republica em nosso pais, não podemos nos dar 
ao luxo de cultivar uma neutralidade com essa choldra. Entendemos que a 
candidatura do professor Fernando Haddad representa sim, nossos ideais progressistas e 
nacionalistas, nosso compromisso com o avanço e a paz social
do Brasil, nossa luta contra o oportunismo, o entreguismo do patrimônio publico e a
corrupção, nossa luta pela soberania nacional e popular, pela preservação da democracia 
brasileira, tao arduamente reconquistada com a derrubada da duradoura ditadura cruel, 
corrupta e covarde instalada com o Golpe de primeiro de abril de 1964. 
Sensíveis a gravidade da atual situação e para evitar que a barbárie traga
para o Brasil seus inevitáveis e nocivos consectários, não temos a minima duvida de 
externar a unica e consagrada opção da candidatura do professor Fernando Haddad, 



apoiada por todas as centrais dos trabalhadores brasileiros, pelos movimentos sociais

e populares e pelos patriotas e democratas.