sexta-feira, 4 de agosto de 2023

MAÇONS PROGRESSISTAS PELA DEMOCRACIA XIII CARTA AO POVO BRASILEIRO

 

 TODO APOIO À CPI MISTA DO 8 DE JANEIRO

Video da matéria: https://www.youtube.com/watch?v=bqakidskudA

 

Presidente Lula,

DECRETE ANULADA A DOAÇÃO DA ELETROBRAS!

RETOME DOS RECEPTADORES A BR-DISTRIBUIDORA!

 

A Maçonaria é plural. Nenhum maçom individualmente ou em grupo pode se manifestar em nome da instituição, mas nada impede que manifeste suas preocupações e se dirija ao Povo Brasileiro. Principalmente, quando o que se quer resgatar são os princípios maçônicos, que temos de defender por juramento, objetivando o aperfeiçoamento de humanidade pelo amor, através da democracia e não pela força. 

Neste grave momento da conjuntura nacional, os Maçons Progressistas pela Democracia, como já o fizeram em 12 cartas ao povo brasileiro, reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria. 

Cada vez restam menos dúvidas quanto ao que aconteceu e, infelizmente, ainda está acontecendo no Brasil. Nas eleições de 2022, apesar de todas as notícias falsas, manipulações, compras de votos, concessão de vantagens ilegais, obstrução de estradas pela Polícia Rodoviária Federal, ameaças e outros expedientes igualmente desonestos, a civilização venceu a barbárie.

Mera comparação entre os defensores de uma e de outra linha política é suficiente para mostrar quem se preocupa com o povo brasileiro, em especial, com as classes menos favorecidas, quem tem convicção do que fala e quem procura subterfúgios para falsear a verdade; quem gosta e quem não gosta do Brasil.

Poder-se-ia dizer que apenas os ignorantes, sem qualquer noção objetiva da realidade, e aqueles acometidos de graves desvios de comportamento ou de caráter ainda defendem os representantes mais toscos da extrema-direita que governaram o País até 2022. Afinal, ainda vemos inúmeras manifestações de defesa ou justificativa dos responsáveis pelos males que atingiram o Brasil naquele infeliz período de seis anos.

Nessa quarta-feira, 14 de julho de 2023, apesar do curto espaço de tempo do Governo atual, a agência de classificação de risco S&P Global Ratings alterou a perspectiva de nota de crédito do Brasil de estável para positiva, o que não acontecia desde 2019 – quando foi retirada ante os descalabros praticados pela corja que ocupava o poder. 

Além do brilho na reunião do G-20, pela primeira vez nos 31 anos de história do G-7, transformado em G-8, o Brasil não foi um ausente ou mero “convidado de pedra”, que nada tem a dizer sobre o tema principal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesse mês de junho, em Heiligendamm, pequeno balneário alemão no Báltico, falou - e foi ouvido com interesse - sobre biocombustíveis, na medida em que o assunto principal da cúpula passou a ser a busca por fontes de energia menos prejudiciais ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, que provenham de fornecedores seguros.

Todavia, esse reconhecimento internacional das medidas econômicas adotadas não impediu que os canalhas de sempre continuassem a criticá-las, inventando estranhas teorias, que mal disfarçam o desprezo que as chamadas “elites” têm pelo Brasil e pelas soluções mais igualitárias. O jornal Estado de S. Paulo, contumaz intérprete da direita, chegou a afirmar, no editorial de 19 de junho de 2023, que os êxitos econômicos do Governo “se devem à sorte de Lula”. Keynes, Adam Smith e Marx devem estar se sacudindo em seus túmulos diante dessa teoria inovadora da Ciência Política Econômica.

Enquanto isso, amplos setores da política e da burocracia tentam, por todos os meios, sabotar o atual governo. Por isso, é preciso um esforço de comunicação no Brasil para que só se divulgue a verdade. Caso contrário, corremos o risco de termos surpresas desagradáveis nas próximas eleições. 

Não estão chegando ao conhecimento da população os crimes praticados pela quadrilha da extrema-direita, desde os chefes até os mais inexpressivos como, por exemplo, os escândalos dos desvios das vacinas - que causaram milhares de mortes -, os valores desviados do orçamento para a compra de votos, as ações antidemocráticas e criminosas praticadas pelos integrantes das polícias e, infelizmente, das Forças Armadas, os absurdos cometidos por integrantes da justiça e do ministério público, a infiltração de milicianos e bandidos de todas as categorias - com seus acampamentos de terroristas e desordeiros - que promoveram uma tentativa de golpe com a depredação de prédios dos três poderes da República.

O Brasil foi salvo pela atuação corajosa e eficiente do ministro Alexandre de Morais, à frente do TSE, e de quase todos os seus pares no STF. Os brasileiros não irão esquecer, também, da coragem do ministro da Justiça Flávio Dino. É preciso prestigiar suas condutas e impedir que sejam ameaçados ou inibidos pelas diversas quadrilhas, que ainda têm poder e tentam manipular a opinião pública. 

Aqueles bandidos, que assaltaram o poder, precisam ser desmascarados e exemplarmente punidos, dentro dos limites da Lei, que eles tanto desprezam. Essas punições têm de abranger, não só a área criminal, com suas prisões, como a cível, fazendo com que indenizem os prejuízos causados ao Erário e a outras pessoas.

Aqueles que pensavam que ficariam impunes estão hoje desesperados. Os dois mais desavergonhados arautos do golpe, Sérgio Moro e Deltan Dallagnhol estão desmoralizados e oficialmente enquadrados em inúmeros crimes, até por organismos internacionais.

A cassação do mandato de deputado do ex-procurador da República Deltan Dallanhol, referendada pela Câmara Federal, teve como fulcro a falsificação de provas contra os investigados pela Lava Jato, em articulação com o Sérgio Moro - julgado em grau definitivo como juiz parcial tanto pelo STF, quanto pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, neste 27 de julho, na avaliação dos processos contra o ex-presidente Lula. A conclusão  foi que Moro, em 2018, violou os direitos políticos de Lula. 

A melhor maneira de colaborar com a reconstrução nacional, levando-se em conta o Partido da Imprensa Golpista (PIG), como definiu o desassombrado jornalista Paulo Henrique Amorim, é a participação em sindicatos, associações, grupos religiosos não comprometidos e nos organizando em grupos de Maçons Progressistas pela Democracia ou Irmandade Progressista.

É fundamental que todos os democratas apoiem a CPI Mista para apuração dos atos criminosos praticados contra os Três Poderes da República com a punição dos delinquentes, despejando mais uma pá de cal na cova do sonho fascista do falso messias Jair Bolsonaro.

Em seus recentes pronunciamentos, louvamos a condenação pelo presidente à privatização do sistema elétrico. 

Todavia, a nação exige ação concreta. O quanto antes, Lula, DECRETE ANULADA A DOAÇÃO DA ELETROBRAS!

Sim, queremos mais, senhor presidente, RETOME DOS RECEPTADORES A BR-DISTRIBUIDORA, o caixa da Petrobras!

Os preceitos que devemos seguir estão claramente expressos em nossos rituais: combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros, glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade, levantando templos à virtude e cavando masmorras aos vícios, sem esquecer nossos objetivos mais profundos:

LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE!

Rio de Janeiro, 04 de agosto de 2023

 

Subscrevem a XIII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons:

Adilson Resende, Alexandre Moraes, Amir Mostafa Saleh, André Cantuária, Antônio Silva Filho, Arthur Aveline, Carlos Osório, Carmen Valle, Daniel Lopes, David Carneiro, Djair Milton, Dulce Inês Insfran, Emanuel Cancella, Eugênio Maria Gomes, Everaldo Costa de Souza, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, Frederico Pandolphe, George Torres, Gilberto Palmares, Glauco Caixeiro, Guaraci Correa Porto, Igor Santa Cruz, João Campos Vieira, João Custódio, Jobbes Rodrigues Pereira, John Vaz, José Amaral de Brito, José de Arimateia, Juca Ribeiro, Júlio Cesar de Tavares, Lamartine Oscar Veiga, Marcelo Cosentini, Mário Elísio Barreto, Neemias Ramos Freire, Rafael Baioto, Raphael Pereira, Regis Cerqueira, Renato Maiel, Renzo Fabrício de Moura, Ricardo Finco Pergola, Roberto Siabra Maia, Sebastião Calvet, Unandir G Veiga, Vinícius Branco, Walter José Irber, Wagner Roque, William Maribondo Vinagre e outros.

 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO! CONSOLIDAR A VITÓRIA SOBRE A BARBÁRIE

 MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO!

Maçons Progressistas pela Democracia 

XII Carta ao Povo Brasileiro 

Lula Proclama:

Liberdade, Igualdade e Fraternidade!


Domingo, 30 de outubro de 2022.     Depois de horas tensas, de dúvidas e incertezas, o Brasil vai ouvir o pronunciamento do recém-eleito Presidente da República. A transmutação das emoções se opera, em cada um, de forma viva, embora lenta e segura; ou não seria emoção.

A linguagem é simples, mas é familiar e amiga. Ao gosto do convívio sadio das verdades e da amizade sincera. Vão ficando mais longe, a cada momento, as expressões chulas dos lupanares e a hostilidade latente da desconfiança. O Brasil volta a ter um líder, um Presidente; não um escroque a lhe tentar ludibriar.

No seu belíssimo discurso de vitória, Lula anunciou a imorredoura palavra de ordem:

Liberdade, Igualdade e Fraternidade!

Parecia o fim de um pesadelo que começara havia quatro anos, construído a partir de mentiras, crimes, falsidade e ódio ao Brasil e a seu povo. Durante esse tempo, o Brasil foi chamado de lixo, os afrodescendentes     pesados em arrobas, os habitantes naturais da terra eram todos vagabundos e o povo deveria ser “branqueado”. Essas diretrizes já haviam sido apresentadas na campanha, prestando-se continência à bandeira americana em meio a um coro de exaltação em língua inglesa feito por parte da quadrilha.

No plano internacional, o atual governo assumira uma posição de submissão total aos interesses do capital internacional, a Israel e aos Estados Unidos da América, sedes físicas desses interesses.

Não poderia haver reação: as maiorias teriam de prevalecer sobre as minorias e, se assim não fosse, essas teriam de se submeter ou, em última análise, ser eliminadas. Ainda durante a campanha, no Acre, em setembro de 2018, preconizou-se uma guerra civil, na qual deveriam ser mortas cerca de trinta mil pessoas, ainda que diversas fossem inocentes.

A exemplo de outras épocas da nossa História, dois acenos são reeditados para justificar a postura golpista e fascista: o combate à corrupção e a defesa da liberdade.  A partir destes grandes motes foram anunciadas mudanças que aconteceriam. Foi assim no “varrer a bandalheira” - Jingle da campanha de Jânio Quadros -, no “combate aos marajás” – campanha de Collor de Mello -, na “ameaça comunista” - para justificar o Golpe Empresarial-Militar de 1964. Bandeiras vazias, palavras sem sentido, faces maquiadas em busca de corpos inexistentes e almas imaginárias. 

Nesta mais recente aventura, ficou muito claro, desde cedo, a questão da corrupção. Ao assumir o poder, a quadrilha já possuía várias mansões na Barra da Tijuca, em locais de alta valorização imobiliária. Quatro anos depois, já há evidências de mais de cem imóveis, sendo que 50 deles comprados com “dinheiro vivo”, o que evidencia a obscura procedência dos recursos.

Nesse período, empresas ligadas à Itaipu Binacional, em conluio com o general Stroessner - conhecido pedófilo, ditador sanguinário e corrupto insaciável - lojas de chocolate para “lavar dinheiro”, todo o tipo de desfalques e falcatruas, envolvendo barras de ouro, dólares escondidos em pneus, bíblias e roupas íntimas, e outros expedientes igualmente desonestos completaram um quadro assustador de corrupção e peculato.

Além dos crimes “no varejo”, as riquezas nacionais são entregues a preço vil, como o patrimônio público, representados por nossas estatais (a Petrobrás, a Eletrobrás e os Correios), as reservas de água potável e os minérios. Os direitos trabalhistas e previdenciários foram usurpados. O desemprego e a fome retornaram em números espantosos, num explícito retrocesso em relação aos governos anteriores. 

Nada, porém, existe de mais macabro nem revoltante do que a atuação do governo federal em face da pandemia de covid-19 que vitimou o Brasil e o Mundo. “Gripezinha”, “país de maricas”, a imaginação de nenhuma pessoa normal foi capaz de antecipar o mandatário máximo de um Estado debochar de um doente acometido de falta de ar, rindo ainda de sua morte sofrida e iminente.  

Soube-se, logo após, que a corrupção campeava em vendas espúrias de vacinas superfaturadas e drogas ineficazes, estas produzidas em larga escala por laboratórios oficiais, a mando do governo. As vacinas chegaram a produzir lucros de R$ 1,00 por unidade à quadrilha que as mercadejou, encastelada no Ministério da Saúde. 

A senadora Simone Tebet estima que o “orçamento secreto” seja o maior escândalo financeiro do Planeta, tal o volume de recursos envolvidos e a falta de controle de gastos previstos sem qualquer comprovação. Já se fala em um rombo deixado pela quadrilha de 400 bilhões de reais.

Com a aproximação das eleições, já era de se prever que os fatos fossem apurados, os processos devidamente instruídos e os culpados viessem a ser punidos. Ao contrário da farsa da lava-jato, não faltam provas, grande parte já compiladas. 

Apuradas as eleições, a ação pronta, corajosa e constitucionalmente perfeita do ministro Alexandre de Moraes - seguida pelos seus pares dos poderes Legislativo e Judiciário -, apoiada explicitamente por dirigentes de países civilizados e com poder de veto no Conselho da ONU, tornou letra morta qualquer tentativa de golpe de estado ou desrespeito à Constituição da República.

Um conjunto de forças de amplo espectro ideológico apoiou e se engajou nessa luta, que tem o mesmo objetivo: libertar o Brasil do fascismo e do banditismo, retomando o crescimento criminosamente interrompido. Muitos se arrependeram de haver acreditado no atual presidente e seus cúmplices.

Apesar de tudo, o Brasil vive uma inédita fragmentação política. A barbárie insiste em vencer a civilização. No seu desespero para escapar das punições, tentaram-se golpes de estado, arruaças, manifestações induzidas, ações de milicianos e ataques cibernéticos. Os “lockouts” praticados por caminhoneiros são considerados crimes, nos termos do Art. 1 da Lei no 7.783, de 28 de junho de 1989. Já há mortes comprovadas em decorrência desses atos claramente terroristas, com grupos armados e encapuzados incendiando caminhões e ambulantes.

No entorno de unidades das Forças Armadas, área de acesso rigorosamente restrito, montou-se confortáveis acampamentos com inexplicável beneplácito dos comandantes dos quarteis.  

Os grupos dirigidos, organizados e financiados pelas mesmas forças articuladas no golpe em 2016, pedem agora o fechamento do Poder Judiciário e Legislativo e conclamam por intervenção militar já, incorrendo abertamente em crimes contra o Estado Democrático de Direito e as instituições democráticas, conforme prevê a Constituição. 

As forças de segurança tratam de forma absolutamente desigual trabalhadores em greve e esses criminosos, que estão a merecer punição dura e imediata. Se essas medidas não forem adotadas, nunca haverá um fim nesses descalabros e – pior que isso – não se estará na vigência de um autêntico estado de direito.

Ainda permanecem com esses inimigos da Pátria milicianos, quadrilheiros de todos os matizes, fanáticos religiosos - que se afastam, cada vez mais, da própria religião -, os que estão se locupletando com orçamentos secretos, assassinos potenciais, misóginos, racistas, entreguistas, desonestos, os que colaboraram, de qualquer forma, para que o povo tivesse sua vacinação atrasada, comprazendo-se com o grande número de óbitos. Enfim, todos que só possuem as características da ignorância absoluta e da desumanidade – o mal informado e o mau caráter.

A Maçonaria é plural. Nada pode impedir que um grupo de maçons, falando, com absoluta convicção, em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, manifeste suas preocupações e se dirija ao Povo Brasileiro. Principalmente quando o que se quer resgatar são os princípios maçônicos, que temos de defender por juramento, buscando-se uma solução através da democracia e não pela força. 

Neste grave momento da conjuntura nacional, os Maçons Progressistas pela Democracia reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria e se une a todas as forças democráticas e progressistas para saudar Lula Presidente e a lutar sem tréguas:

Por Democracia e Civilização!

Para que Golpismo e Barbárie Nunca Mais! 


Rio de Janeiro, 3 de dezembro de 2022


Subscrevem a XII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Alexandre Moraes, Álvaro Peixoto,

Amir Mustafá Saleh, André Cantuária, Antônio Silva,  Carmen del Valle, Cristiano Galvão, Daniel Lopes, David Carneiro, Diego Mota, Dulce Insfran, Edivaldo Farias, Emanuel Cancella, Everaldo Costa de Souza, Fábio Farias Pardal, Fábio Martins, Fernando Alves,  Francisco Soriano, Francinaldo Fontoneli, Flausino Antunes,  George Torres, Gilberto Palmares, Gilson Gomes,  Glauco Caixeiro, Guilherme Aires, Guaraci Corrêa Porto,  Igor Santa Cruz Lopes, John Vaz, João Pedro dos Santos, João Custódio, Marcelo Amanzer, Marcos Fregati,  Maribondo Vinagre, Mário Avelino, Neemias Freire, José Jose Amaral de Brito, Cristiano Galvão, David Carneiro, Dener Fabricio, Diego Mota, Dias do Nascimento, Eugênio Gomes,  Fábio Dodo,  Fernando Alves, Fernão Dias, Flavio Witsel, Glauco Caixeiro, Igor Luz, José Amaral de Brito, Juca Ribeiro,  Marcelo Almansa, Mário Barreto,    Ricardo Finco, Rodrigo Zagni, Sérgio Abad, Sérgio Soeiro,  Sydney Castro,  Unandir Gonçalves Júnior, Vinicius Branco, Wagner Roque, Walter José Irber e outros.

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Maçons Progressistas pela Democracia - 11ª. Carta ao Povo Brasileiro

 MAÇONARIA É TRANSFORMAÇÃO!

LULA OU A BARBÁRIE!

Maçons Progressistas pela Democracia

11ª. Carta ao Povo Brasileiro

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

 Ao constituirmos nosso grupo “Maçons pela Democracia”, deixamos claro que não falamos em nome de nenhuma Loja ou Potência Maçônica determinada. Por atuarmos de forma decisiva para consolidar o estado e a nação brasileira, com consciência de cidadãos e responsabilidade de pertencer à Maçonaria, precisamos nos impor diante da situação terrível que está ocorrendo em nosso Brasil.

Em manifestos anteriores, deixamos claro não termos apenas diferenças políticas com quem defende o racismo, a tortura, a ditadura e a matança; nossas principais diferenças são de caráter. O ódio se tornou o pão de cada dia de uma facção política que está no poder e defende o aumento da desigualdade social, do fundamentalismo religioso, da ignorância e da desinformação como se fossem a grande solução para nossos graves problemas. 

Para tal, pessoas são “cuidadosamente” escolhidas para ocupar áreas sensíveis - como a Educação, os Direitos Humanos e as Relações Exteriores - que são verdadeiras aberrações mentais, não se sabe se de nascença ou vítimas de processos psíquicos que lhes suprimiram a capacidade de raciocinar como seres humanos. Não se trata de engano na escalação, o objetivo é atacar os pilares da identidade de uma nação, humilhando os que ainda fazem o possível para conservá-la.

Enquanto isso, relações espúrias com grupos de bandidos armados ocorrem nos ambientes palacianos. Na costumeira colaboração entre bandos de celerados, retiram-se delegados da Polícia Federal que investigam os casos “sensíveis”, quando eles começam a chegar perto da quadrilha no poder. Se assim não for suficiente, decreta-se o sigilo de cem anos, como se documentos secretos fossem. Isso aconteceu com as “rachadinhas”, com Marielle Franco, os pastores do Ministério da Educação, as propinas vinculadas às vacinas contra a COVID-19, as compras de cloroquina e tantos outros absurdos mais.

Em todas as nossas manifestações, enfatizamos que essas condutas são incompatíveis com os preceitos maçônicos, censurando ainda quem veste suas alfaias para apoiar a corja que ilude os desavisados de que essa seria uma posição da Maçonaria. 

Em nome de um pretenso “combate à corrupção”, chegou-se a defender algumas de suas frequentes atitudes que atingiram patamares de verdadeiras aberrações jurídicas e morais. Em algumas Lojas, irmãos foram questionados por suas posições, autenticamente maçônicas, de sustar ou proibir os descalabros praticados. 

Toda essa situação de anomia no Brasil, com a quebra de valores e referências quando boa parte do Povo já não tem certeza de nada – o que é certo ou errado, legítimo ou ilegítimo, verdadeiro ou falso - faz com que poucos fiquem imunes ao provérbio "diga-me com quem andas e eu te direi quem tu és".

Assim, parte dessa quadrilha, que mistura fundamentalismo religioso com ignorância política e histórica, leva aos veículos de comunicação acusações ridículas de que a Maçonaria pratica “Satanismo” em suas sessões e outras asneiras semelhantes. Embora seja essa uma quizília interna, as partes envolvidas da quadrilha, com o habitual baixo nível, divulgam isso ao público, cujo interesse pelo assunto varia na razão inversa do conhecimento político, histórico e religioso.

Em relação a moral e os bons costumes, o atual chefe da nação infringe ambos de forma vergonhosa. 

Em novembro de 2003, ele disse a deputada Maria do Rosário que só não a estuprava porque ela não merecia. Onze anos depois, repetiu a mesma declaração, afirmando na tribuna da Câmara Federal que a deputada Maria do Rosário não merecia ser estuprada porque, além de ser "muito feia", ela "não fazia" o seu "tipo". 

O inominável contou também, durante uma entrevista ao jornal The New York Times em 2016, que só não comeu carne humana de um indígena porque ninguém quis ir junto com ele. (https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/jamildo/2022/10/15095401)

Durante o discurso na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na comemoração do Bicentenário da Independência, a maior autoridade do país puxou um coro de “imbrochável”. Palavra chula que, aliás, já repetiu inúmeras vezes, inclusive na presença de crianças. 

Na sua recente asquerosa declaração ao podcast Collab, em 12 de setembro de 2022, o mais alto mandatário confessou seu deplorável procedimento ao se encontrar com algumas adolescentes venezuelanas em uma comunidade do Distrito Federal, nos seguintes termos:

 “Eu estava em São Sebastião, em Brasília, a moto lá, tinha mais um pessoal comigo da segurança, daí parei numa esquina, tirei o capacete. Daí eu olhei pra trás, tinha umas duas, três meninas bonitinhas de uns 14, 15 anos de idade. Me chamou atenção. Menina bonitinha, sábado, né? (...). Eu desci da moto, ‘posso entrar?’. Entrei. Tinha umas 15 meninas nessa faixa etária, (...) estavam fazendo o cabelo, venezuelanas. Estavam se arrumando pra quê? Alguém tem ideia? Quer que eu fale? Pra fazer programa”. 

Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/radar/bolsonaro-disse-ha-um-mes-que-meninas-venezuelanas-iriam-fazer-programa/

É inacreditável que nosso país tenha atingido níveis tão baixos de dirigentes tão repugnantes como os atuais.

Assim, a Maçonaria se vê na contingência de oferecer explicações que não deve, sobre atos que não praticou a pessoas que não merecem a explicação. A verdadeira imprensa, antes de divulgar algo, deve pesquisar a verdade dos fatos, analisar a origem deles e os interesses envolvidos em afirmações levianas. 

Registramos a posição correta e verdadeiramente maçônica dos dirigentes das Potências Maçônicas regulares do Brasil que, através de bem redigidos comunicados, censuram a participação de maçons paramentados em eventos pedindo a eliminação do poder judiciário e legislativo.  Em março de 2020, por exemplo, foi publicada uma nota conjunta, da qual destacamos os seguintes trechos:

 “(...) A Maçonaria universal e secular vem ao longo dos anos exercendo seu papel de transformação e equilíbrio na sociedade, para que todos alcancem a felicidade. Destarte, ela, enquanto instituição, não pode e não deve se submeter a nenhuma ordem política partidária ou de governo, ou atos que possam implicar na sua desmoralização e perda de credibilidade. A Maçonaria não pode ser instrumentalizada.

Enquanto parte integrante da Sublime Ordem, as Potências das Grandes Lojas e dos Grandes Orientes Independentes, institucionalmente não organizam e nem participam de eventos que possam ser questionados como passíveis de ferir os conceitos democráticos. Logo, é na democracia que aprendemos a conviver com as oposições e antagonismos. É onde se respeita os pensamentos, as crenças diferentes e a diversidade. 

(...). Somos uma instituição cuja liberdade é uma das suas tríades - jamais opressora, por isso não admitimos a ditadura, a tirania, os regimes absolutistas, os preconceitos.  Não convivemos com corruptos ou conspiradores. (...). Portanto, cada maçom é um cidadão livre que pode e deve atuar segundo suas convicções, preservando o necessário equilíbrio e discernimento, a fim de que se busquem soluções para toda a sociedade, sem fomentar quaisquer dissensões ou divergências que possam levar a divisionismos em geral.  (...)”

 Todos os organizadores de reuniões e eventos que trouxeram para o interior de nossos templos desapontamento, quebra de imagem e vergonha, que tanto mal tem causado a instituição maçônica e ao Brasil, devem, no mínimo, um pedido de desculpas a Maçonaria e ao povo brasileiro.

        Por oportuno, reiteramos os termos da Décima Carta ao Povo Brasileiro (https://maconspelademocracia.blogspot.com/ e https://www.youtube.com/watch?v=_dAc11uOVL4), quando declaramos nossa posição de apoio à candidatura do ex-presidente Lula, como a única que reúne plenas condições para deter o projeto de implantação de uma ditadura nazi-fascista-integralista, defendida abertamente, no Brasil, pelo outro candidato. Essa partidarização, da qual sempre fugimos nesses documentos se deve à situação extrema que estamos vivendo e, independente da ideologia que possamos defender, esta é, atualmente, a única solução que vislumbramos para uma saída ainda pacífica, sem maiores sacrifícios para o Povo Brasileiro. 

Os maçons e seus familiares foram, tanto pelos nazistas alemães quanto pelos fascistas italianos, presos e eliminados. 

A você, brasileira e brasileiro, que deseja livrar o Brasil desta torrente de golpismo que estamos enfrentando desde 2016 e culminou com a ascensão do inominável, é que clamamos seu voto:

Contra a barbárie:

Pela Democracia:

Evitando o voto nulo ou em branco em 

LULA PRESIDENTE!

Rio de Janeiro, 21 de outubro de 2022

Maçons Progressistas pela Democracia

 

Subscrevem a XI Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons:

Alexandre Franco de Moraes, Álvaro Leite Peixoto, Amir Mustafá Saleh, André Cantuária, Antônio Silva, Carmen Del Valle, Cristiano Galvão Padre, Daniel Lopes, David Carneiro, Dener Fabrício, Diego Mota, Dulce Inês Insfran, Edivaldo Amorim Farias, Emanuel Cancella, Emmanuel Costa Júnior, Emanuel Rego, Eugênio Gomes, Everaldo Costa, Fábio Martins Dodo, Fernão Dias, Flávio Watson, Flauzino Antunes, Francinaldo Fontenele, Francisco Soriano, George Torres, Gilberto Palmares, Gilson Gomes, Glauco Caixeiro, Guaraci Corrêa Porto, Guilherme Ayres, Igor Santa Cruz, João Custódio, John Vaz, José Amaral de Brito, Juca Ribeiro, Marcelo Almansa, Lamartine Veiga, Marcos Fregati, Maribondo Vinagre, Mário Avelino, Neemias Freire, Paulo  Vicente, Rafael Baioto, Raphael Pereira, Renato Lopes, Rodrigo Medina Zagni, Sebastião Calvet, Sebastião Telles Filho, Sérgio Abad, Sérgio Baroni, Unadir Gonçalves Júnior, Vinícius Branco, Wagner Roque e outros. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

 Lula no Primeiro Turno!

Maçons Progressistas Pela Democracia lançam Décima Carta ao Povo Brasileiro 

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

 Nesse grave momento da conjuntura nacional, os “Maçons Progressistas pela Democracia” em conjunto com os maçons da Irmandade Progressista reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria. 

Foram irmãos maçons que redigiram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, base doutrinária das constituições da França e dos Estados Unidos, posteriormente transformada em resolução da ONU. Nela está tipificada a tortura como crime hediondo, inafiançável e imprescritível, quando praticada por agente de estado.

Estamos convictos que um Maçom não pode se filiar a movimentos ou agentes que defendam o racismo, a ditadura de qualquer origem ou a resolução de conflitos por meio da violência. 

Quando se chega ao paroxismo de se defender a tortura como meio de atuação das forças de segurança e glorificar como heróis os bandidos que a praticaram, está ferido de morte o ideal maçônico de respeito aos direitos humanos. 

A Maçonaria é plural. Nenhum grupo pode se manifestar em nome da instituição maçônica, mas nada pode impedir que um grupo de maçons falando, com absoluta convicção, em seu próprio nome, sem representar qualquer potência ou loja, manifeste suas preocupações e se dirija ao Povo Brasileiro. Principalmente quando o que se quer resgatar são os princípios maçônicos, que temos de defender por juramento, buscando uma solução através da democracia e nunca pela força. 

Não existe religião ou movimento espiritualista sério que defenda a eliminação de pessoas, ainda que culpadas por algum delito, como solução para a vida e a harmonia de um país.

O ódio foi transformado no pão de cada dia por uma facção política, que conseguiu apresentá-lo como a grande saída para nossos graves problemas. A desigualdade social, a ignorância e a desinformação completam esse caldo de cultura, que só vai piorar a atual conjuntura.

Hoje, o Brasil vive uma inédita fragmentação política. O poder é composto por uma quadrilha que prega abertamente a guerra civil, com a morte por assassinato de trinta mil brasileiros e o armamento indiscriminado do povo. Segundo bandidos do atual sistema, os inimigos precisam ser exterminados, para que possam, livremente, praticar desfalques e todo o tipo de falcatruas, envolvendo barras de ouro, dinheiro escondido em pneus, bíblias e roupas íntimas, posteriormente “lavados” em operações espúrias. Apenas a família do presidente da República possui mais de cem imóveis, a maioria comprada com “dinheiro vivo”, evidenciando a obscura procedência dos recursos.

Além dos crimes “no varejo”, as riquezas nacionais são entregues a preço vil, como o patrimônio público - representado por nossas estatais (Petrobrás Distribuidora, Eletrobrás, Correios etc), por reservas de água potável e pelos nossos minérios. 

Os direitos trabalhistas e previdenciários são usurpados. O desemprego e a fome retornaram em números espantosos, num explícito retrocesso em relação aos governos anteriores. 

Bolsonaro já havia efetuado cortes na distribuição gratuita de remédios indispensáveis, de uso contínuo, deixando mais de 30 milhões de pacientes diabéticos, transplantados e em tratamento do câncer abandonados à beira da morte. 

Recentemente, no projeto de Orçamento de 2023, o governo diminuiu em 59% a verba do programa Farmácia Popular, a fim de garantir mais recursos para o orçamento secreto. A gratuidade é voltada, entre outros, para medicamentos contra a asma, hipertensão e diabetes. Além disso, ele cortou em R$ 870 milhões os gastos para a saúde indígena. 

Quando o presidente Bolsonaro se deixou filmar, prestando continência à bandeira americana, em meio a um coro de “Estados Unidos”, e fez uma declaração de amor com um coraçãozinho direcionado ao seu colega Donald Trump, não fazia simples jogo de cena. 

O atual governo demonstrou ainda ser completamente submisso aos interesses do capital internacional e aos Estados Unidos da América. 

Muitos já se arrependeram de haver acreditado no atual presidente e seus cúmplices. Outros se identificam cada vez mais com as práticas e ideias que tanto mal têm feito ao Brasil, votando ainda nos inimigos da Pátria: milicianos, quadrilheiros de todos os matizes, fanáticos “religiosos”, locupletadores com orçamentos secretos, assessores fantasmas ou inúteis, gratificações ilegais, assassinos, misóginos, racistas, entreguistas, desonestos e os que colaboraram para que a vacina contra o Covid-19 atrasasse - comprazendo-se com o grande número de óbitos. Em resumo, completos ignorantes e desumanos. 

A quadrilha sabe que corre o risco de ser punida porque, ao contrário da farsa da lava-jato, não faltam provas, grande parte já compiladas. No seu desespero para escapar, ela trama golpes de estado, arruaças, manifestações induzidas, ações de milicianos e ataques cibernéticos.

Devemos ficar atentos: lidar com bandidos, ainda que de forma civilizada e constitucional é sempre perigoso, principalmente quando estão acuados. 

Essa situação não pode perdurar, sob pena de tornar irreparáveis os danos à soberania nacional e ao bem-estar do Povo Brasileiro. E temos a chance de dar um basta nisso tudo: as próximas eleições.

Sem desmerecer outras candidaturas, faltando poucos dias para o pleito de 2 de outubro, não existe terceira via. A menos que todos os institutos de pesquisa sérios do Brasil estejam cometendo o mesmo erro, parece certa a eleição de Lula. Um conjunto de forças de amplo espectro ideológico apoia e se engajou nessa luta, que tem o mesmo objetivo: libertar o Brasil do fascismo e do banditismo, retomando o crescimento criminosamente sustado. 

Assim, uma vitória no primeiro turno será melhor para o Brasil, a fim de não dar mais tempo aos quadrilheiros para desenvolver solertes “razões” com o objetivo de anular o resultado das urnas e, com sua falta de escrúpulos e limites éticos, praticarem crimes planejados. 

Nosso apelo é que, independentemente de ideologia, quem estiver contra esse estado de coisas, e possuir um resquício de amor pelo Brasil, vote para que a eleição se resolva no primeiro turno, com a vitória acachapante do escolhido pelo Povo, no caso, o candidato Lula. 

Não podemos esquecer ainda que no primeiro turno das eleições precisamos igualmente escolher e eleger candidatos democratas e progressistas para conferir mandatos a 27 governadores e senadores, bem como a centenas de deputados federais e estaduais. 

Pelas razões aqui expostas, nos dirigimos a você, brasileira e brasileiro, que deseja livrar o Brasil dessa corja e acabar o mais rápido possível com o caos instaurado, a votar em Lula no primeiro turno. 

É Lula ou a Barbárie!

Subscrevem a X Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: 

Alexandre Franco de Moraes, Álvaro Leite Peixoto, Amir Mustafá Saleh, André Cantuária, Antônio Silva, Carmen Del Valle, Cristiano Galvão (Padre), David Carneiro, Dener Fabrício, Diego Mota, Dulce Inês Insfran, Edivaldo Amorim Farias, Emanuel Cancella, Emmanuel Costa Júnior, Emanuel Rego, Eugênio Gomes, Everaldo Costa, Fábio Martins Dodo, Flávio Watson, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, George Torres, Gilberto Palmares, Gilson Gomes, Glauco Caixeiro, Guaraci Corrêa Porto, Guilherme Ayres, Igor Santa Cruz, João Custódio, John Vaz, José Amaral de Brito, Juca Ribeiro, Marcelo Almansa, Maribondo Vinagre, Mário Avelino, Maurício Soriano, Neemias Freire, Paulo Vicente, Rafael Baioto, Raphael Pereira, Renato Lopes, Sebastião Calvet, Sérgio Abad, Sérgio Baroni, Unadir Gonçalves Júnior, Vinícius Branco, Wagner Roque e outros.

 


segunda-feira, 8 de agosto de 2022

 Veja o vídeo desta matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=HUCV6daqOYo

 

Maçons Pela Democracia

9ª. Carta ao Povo Brasileiro

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

 

PELA ASSINATURA E TODO APOIO A

 

CARTA ÀS BRASILEIRAS E AOS BRASILEIROS

EM DEFESA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

ELABORADA PELA USP

 

Quando se fala em nacionalidade, constituição, liberdade e direitos, é referência obrigatória a lembrança de Barbosa Lima Sobrinho. Jornalista que presidiu durante décadas a Associação Brasileira de Imprensa, ele levou para sua atuação os conhecimentos jurídicos adquiridos na Faculdade de Direito do Recife e na prática como advogado e promotor de Justiça. Aquele imortal brasileiro afirmava: “no Brasil só existem dois partidos: o de Tiradentes e o de Joaquim Silvério dos Reis”. Em outras palavras: ou se está a favor ou contra os interesses nacionais. Nunca essa situação ficou tão clara quanto agora.

Ainda vamos demorar muito tempo para entender como se formou, com tanto apoio, um amálgama de entreguismo, quebra da soberania nacional, corrupção, preconceito, autoritarismo, crime organizado, falso moralismo, discriminação social, racial e religiosa.

A cobiça internacional pelas riquezas brasileiras, as campanhas da imprensa golpista, a soldo de interesses inconfessáveis, os preconceitos arraigados num povo que aceitou a escravidão até cinco gerações atrás talvez expliquem parcialmente o fenômeno, mas não inteiramente. 

A subserviência a potências estrangeiras, especialmente aos EUA, é incondicional. Quando o então candidato Bolsonaro se deixou filmar, prestando continência à bandeira americana, em meio a um coro de “Estados Unidos”, não fazia simples jogo de cena. 

Nossas riquezas naturais e empresas estatais são entregues a preço vil. A Petrobras está sendo destruída por uma política de valores suicidas, que faz o nosso parque de refino trabalhar com uma ociosidade de 30%, referente ao que é importado do exterior, queimando divisas, gerando dívida externa, dependência econômica, desemprego e inflação.

A Educação e a Cultura são os alvos permanentes dos que tomaram o poder. Evidencia-se o ódio à Ciência e ao conhecimento, de forma geral.

Os cortes na distribuição gratuita de remédios indispensáveis, de uso contínuo, deixaram mais de 30 milhões de pacientes diabéticos, transplantados e em tratamento do câncer abandonados à beira da morte.

Nada mais nos surpreende. Grandes mandatários mantêm ligações espúrias com bandidos e quadrilheiros. Há milicianos que já receberam comendas e títulos outorgados por órgãos legislativos, dos quais participam vários deles e outros que ali estão eleitos por organizações criminosas. 

Já passou da hora de escolher de que lado se vai estar: se da civilização, da Pátria e do Povo Brasileiro OU se dos interesses internacionais, da barbárie e do crime organizado. Não existe um terceiro caminho.

Ainda com dificuldade, pode-se entender que algumas pessoas se sensibilizem com as notícias falsas, manipuladas a mancheias, com financiamentos escusos e originários de grupos financeiros nacionais e internacionais. Essa tomada de posição, desconhecendo a melhoria de vida porque passava o Povo Brasileiro, provavelmente atingiu uma camada da população menos esclarecida. A essa camada se somaram os bandidos ligados a organizações criminosas, que hoje controlam boa parte do território das grandes cidades, à custa da barbárie, com a cobertura explícita do presidente da República e seus sequazes. Esses percentuais, contudo, não somariam os trinta por cento de aceitação que as pesquisas mostram ainda ter os apoiadores de um governo que visivelmente destrói a economia brasileira, em contubérnio com o crime organizado.

A diferença entre o percentual de votos obtidos por essa quadrilha, na eleição de 2018 e o atual, corresponde aos muitos que já constataram o equívoco, que, aliás, pode ocorrer numa democracia, principalmente nas camadas mais sujeitas à desinformação. 

Já o grande contingente é somente explicado pelo fanatismo religioso de algumas seitas e, ainda, pelos que não querem abrir mão de qualquer privilégio, por mínimo que seja. Os primeiros, porque a lavagem espiritual sofrida nos seus templos lhes retirou a capacidade de raciocinar. Tanto que chegam a tirar fração expressiva de seus salários, que faz falta às necessidades básicas da família, para que seus “líderes” mantenham vida de nababos. Os demais, que difundem e financiam as notícias falsas e assumem seu negacionismo desvairado, influenciando os iletrados, correspondem aos sem caráter, que se incomodam de ver seus filhos estudando nas mesmas escolas que as do filho da empregada, de ver os mais pobres fazendo três refeições por dia, sem precisar comer pés de frango e ossos, de vê-los viajando e consumindo como seres humanos que são. 

Para nós, maçons, não há como aceitar como alguns a que devíamos chamar de irmãos aprovem e até colaborem com o que está acontecendo, maculando a imagem da Maçonaria, construída ao longo do tempo, com muito esforço, dedicação e sacrifício da própria vida, como ocorreu com frei Caneca. 

Por isso, vários grupos de maçons, comprometidos com a defesa do Brasil e dos direitos fundamentais, criaram o Movimento Maçons Pela Democracia, agora formando uma vigorosa frente nacional com os Maçons da Irmandade Progressista.

Não falamos em nome de nenhuma oficina ou potência maçônica e sim, com absoluta convicção, em nome dos princípios que juramos defender.

O que nos guia é uma fé inabalável na Humanidade, na Pátria Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos Humanos, elaborada em 1789 por nossos irmãos e reconhecida como resolução da ONU na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, no dia 10 de dezembro de 1948. Nosso lema é: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Nosso objetivo é ver o Brasil voltar a trilhar os caminhos da Paz e do convívio fraterno entre todos. Essa diretriz, porém, não significa tolerar a prática de crimes ou atos atentatórios à Nação Brasileira, a qual todos pertencemos e amamos.

 “Não convivemos com corruptos ou conspiradores!” – escreveu em nota conjunta a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (COMAB) em março de 2020, que subscrevemos. Agora acrescentamos: não compactuamos com crimes, golpes e ditaduras.

Vamos combater, agora e sempre, sem trégua, com todos os meios legais ao nosso alcance e as forças que dispomos, as ações criminosas perpetradas pelos inimigos da Pátria e da Democracia. 

Conclamamos todos a assinar a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito, elaborada pela USP e a nos unirmos aos que tenham propósitos similares aos nossos, numa postura altiva e pró-ativa, sempre que possível, marcando presença física nos atos chamados pelas forças progressistas e democrática e de comprovado renome. 

Endereço eletrônico para assinaturas:

www.estadodedireitosempre.com

 

Subscrevem a IX Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Álvaro Peixoto, Amir Mustafá Saleh, André Cantuária, Antônio Silva Filho, Antônio Teixeira, Arthur Aveline, Daniel Lopes, David Gilmar Braz, Dener Fabrício, Diógenes Neto, Dulce Inês Insfran, Edivaldo Amorim Farias, Edson Rangel, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Fábio Farias, Fernando Silva Ayres Flávio Whatson, Flauzino Antunes, Francisco Soriano, George Torres, Gilberto Palmares, Gilson Gomes, Glauco Eymard, Guaraci Corrêa Porto, Igor Santa Cruz, João Custódio, João Pedro Saboia, José Amaral de Brito, Juca Ribeiro, Lamartine Veiga, Marcelo Lima, Marco Antônio Silva, Maribondo Vinagre, Moroni Vasconcellos, Neemias Freire, Paulo Ramos, Paulo Vicente da Silva, Rafael Baioto, Renato Lopes, Rodrigo Medina Zagni, Sebastião Calvet, Sérgio Abad, Sérgio Baroni, Sérgio Soeiro, Sydney Castro, Vinícius Branco, Unandir Júnior, Vinícius Branco, Wagner Roque e Washington Machado.

domingo, 29 de maio de 2022

Maçons pela Democracia VIII carta ao povo brasileiro!

 

Veja o vídeo desta matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=To-9nW9I8SY

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Exigimos respeito à soberania do voto popular! Contra a entrega da Eletrobras e Petrobras!

Os objetivos da Maçonaria são: “Tornar Feliz a Humanidade, pelo Amor, pelo Aperfeiçoamento dos Costumes, pela Igualdade e pelo Respeito à Crença de Cada Um”. Em nossos templos, o Pavimento do Mosaico é composto de quadrados negros e brancos, mostrando a existência dos contrastes, acima dos quais devem pairar nossas ações. 

A Maçonaria tem como princípios a virtude e o amor ao próximo.

Não pode se intitular maçom quem discrimina o outro, os pregadores do ódio e os que se julgam melhores do que seus adversários, a ponto de querer eliminá-los. Não é preciso muito esforço para reconhecer essas condutas nocivas. Todas envolvem a prática de crime, mesmo de forma disfarçada.

Infelizmente, no Brasil, esses criminosos têm proliferado e suas ações crescem em número, gravidade e ousadia. Nada mais nos surpreende. Grandes mandatários mantêm ligações espúrias com bandidos e quadrilheiros. Há milicianos que já receberam comendas e títulos outorgados por órgãos legislativos, dos quais participam vários deles e outros que ali estão eleitos por organizações criminosas. 

Nós nos indignamos ao ver o povo brasileiro sendo violentado a cada decisão governamental que subtrai direitos trabalhistas e previdenciários; corta verbas de educação pública; entrega e dilapida o patrimônio do povo; provoca desemprego; aviltamento salarial; e mais miséria. 

Os cortes na distribuição gratuita de remédios indispensáveis, de uso contínuo, deixaram mais de 30 milhões de pacientes diabéticos, transplantados e em tratamento do câncer abandonados à beira da morte.

Defendemos não apenas o respeito ao meio-ambiente, mas a soberania de nossa floresta amazônica, sempre tão cobiçada pelos interesses das nações (e todas elas se dizem amigas), por razão de sua incalculável riqueza mineral, sua diversidade de fauna, flora e culturas indígenas. 

Combatemos a entrega da Base de Alcântara aos norte-americanos, realizada e mantida pelos golpistas e entreguistas, Temer e Bolsonaro.

Seguindo o verdadeiro patriotismo, aquele comprometido com nosso povo, apontamos as ameaças às populações indígenas por parte das constantes invasões, destruições, incêndios florestais criminosos causados por madeireiros, pecuaristas e garimpeiros sem escrúpulos, incentivados por um genocida. 

Denunciamos o desmonte completo de nossas últimas estatais, empresas lucrativas e eficientes, patrimônio do povo brasileiro, que afeta os trabalhadores. O povo não pode arcar com as variações e os caprichos do capital especulativo, que manipula, artificialmente, os preços para maximizar os lucros, não se importando com o serviço básico.

É importante lutar contra a doação anunciada, através dos ardilosos leilões, praticada pelo governo federal, das estatais estratégicas, lucrativas e de integração nacional, como a Eletrobras, Petrobras e os Correios, a fim de atender aos interesses transnacionais e entregar o Brasil, levando o emprego e a renda para outros países, enquanto os brasileiros ficam sem trabalho. 

O pré-sal, que por lei deve financiar as necessidades em saúde e educação dos brasileiros, está sendo repassado para as multinacionais estrangeiras, deixando para trás somente o ônus ambiental das atividades de extração.

Além de tudo que já foi exposto, nosso povo vem sendo barbarizado, diariamente, pelas milícias, que, encobertas por poderosos, extorquem os pequenos comerciantes e aterrorizam moradores em busca de “taxas de proteção”, influenciando até mesmo a escolha de candidatos em diversas regiões. 

O que mais assusta nesse estado de coisas é a aberta conivência de altas autoridades corroborando para a delinquência dos que veem no Supremo Tribunal Federal (STF) um estorvo para seus crimes. 

No estado do Rio de Janeiro, onde essas nefastas influências são mais sentidas, um deputado infrator recebe o instituto da “graça”, como perdão pela pena de prisão, julgada pelo STF, outorgado pelo presidente da República. 

Para nós, maçons, não há como aceitar que alguns, a quem devamos chamar de irmãos, aprovem e até colaborem com a atual realidade, maculando a imagem da Maçonaria, construída ao longo do tempo, com muito esforço, dedicação e sacrifício da própria vida, como frei Caneca. 

Por isso, vários grupos de maçons, dentre eles os Maçons pela Democracia, comprometidos com a defesa do Brasil, dos direitos fundamentais e do progresso social, reuniram-se no 1º Encontro Nacional da Irmandade Progressista, realizado entre os dias 8 e 10 de abril de 2022, na cidade de São Paulo, formando uma frente brasileira de atuação dos maçons democráticos e progressistas.

Não pretendemos criar nenhuma potência maçônica e falamos em nome dos princípios que juramos defender; o que nos guia é nossa fé na Humanidade, na Pátria Brasileira e na Declaração Universal dos Direitos Humanos – elaborada por irmãos, em 1789 e reconhecida como resolução da ONU, na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, no dia 10 de dezembro de 1948. 

Nosso objetivo é que o Brasil seja o berço da hospitalidade, voltando a trilhar os caminhos da paz e do convívio fraterno entre todos. Essa diretriz, porém, não significa jamais tolerar a prática de crimes ou atos atentatórios à Nação Brasileira, a qual todos pertencemos e amamos. 

Vamos combater, sem trégua, com todos os meios legais ao nosso alcance, as ações criminosas perpetradas pelos inimigos da Pátria, da Democracia e do Progresso Social. Não compactuamos com crimes, golpes e ditaduras. 

Convidamos você, irmão maçom consciente, brasileiras e brasileiros, civis e militares, a se mobilizarem em defesa da Soberania Nacional e Popular e a lutarem:

Por Respeito à Soberania do Voto Popular e contra a Entrega da Eletrobras e Petrobras!

Maçons pela Democracia, 20 de maio de 2022

Subscrevem a VIII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: Alexandre Franco, Amir Mustafá Saleh, André Cantuária, Antônio Silva, Arthur Aveline, Daniel Lopes, Dener Fabrício, Diógenes Neto, Dulce Inês Insfran, Edson Rangel, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Fábio Farias, George Torres, Gilson Gomes, Francisco Soriano, Gilberto Palmares, Guaraci Corrêa Porto, Igor Santa Cruz, João Custódio, João Pedro Saboia, José Amaral, Juca Ribeiro, Maribondo Vinagre, Moroni Vasconcellos, Neemias Freire, Paulo Ramos, Renato Lopes, Rodrigo Medina Zagni, Sebastião Calvet, Sérgio Abad, Sérgio Baroni, Sydney Castro, Unandir Júnior e Vinícius Branco.

 


segunda-feira, 11 de abril de 2022

 Maçons pela Democracia

VII Declaração ao Povo Brasileiro

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

DITADURA NUNCA MAIS!

Repúdio ao Golpe de 1º de abril de 1964

Não é sem motivos que os maçons recitam, ao iniciar uma sessão, que ali se reúnem para combater a tirania. Aqueles que, violando seus juramentos, defendem tortura, ditadura, matança ou racismo não mantém conosco diferenças políticas, mas de caráter.

Jamais poderia um maçom que honra seu avental nutrir esses ignóbeis sentimentos ou defender qualquer tipo de ditadura.

Essa é a posição do grupo Maçons pela Democracia que falam com base em convicções pessoais sobre o dever cívico de um maçon.

Por isso, declaramos nosso repúdio aos que comemoraram, no dia 31 de março, o golpe militar ocorrido em 1º de abril de 1964. A partir dessa mentira com a data de sua implementação, lançou o Brasil numa sequência de arbítrio, entreguismo de nossas riquezas e supressão de históricos direitos fundamentais. Agora, como é próprio das pessoas indignas, tenta operar uma revisão histórica, que bem poderia ser chamada de apologia ao crime, transformando as atrocidades cometidas em atos necessários à preservação da Democracia.

Em petição dirigida à Justiça, hoje, o MPF ressalta que a nota do Ministério da Defesa demonstra “menoscabo ao Estado Democrático de Direito” e ressalta que “Não condiz com o conteúdo desse princípio o agente público valer-se da função pública exercida para fazer, em canal oficial de comunicação, menções elogiosas ao regime de exceção instalado no País por meio do golpe militar de 1964, que violou, de forma sistemática, direitos humanos, valendo-se, inclusive, da prática de tortura e execuções de pessoas, e que, reconhecidamente, levou à responsabilização do Brasil em âmbito internacional”, completa.

O Presidente da Assembleia Constituinte implantada em 1988, num momento de rara felicidade, após chamar de facínoras os agentes da ditadura, definiu o sentimento que deve nortear os verdadeiros patriotas:

̶  “ÓDIO E NOJO À DITADURA!”

 

Rio de Janeiro, 1 de abril de 2022

Subscrevem a VII Carta dos Maçons Pela Democracia, em ordem alfabética, os maçons: André Cantuária, Arthur Aveline, Dener Coelho, Edson Rangel, Emanuel Cancella, Everaldo Costa, Fábio Farias, Francisco Soriano, Gilson Gomes, Glauber Bella Chau, Guaraci Correa Porto, João Custódio, José Amaral de Brito, Paulo Ramos, Renato Lopes, Sebastião Calvet, Sérgio Abad, Sydney Castro e Vinícius Branco.