quarta-feira, 4 de abril de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
FORUM RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA
MANIFESTO

As elites do dinheiro, usando seu poder de mídia, executaram um golpe
institucional no governo do Brasil ferindo gravemente a Democracia.
Elas estão tentando fazer mudanças na Constituição que vêm prejudicar
a grande maioria das trabalhadoras e trabalhadores, e do povo em
geral.
Somos um grupo supra partidário e supra religioso, que busca colaborar
com a formação política do nosso povo e contornar a mesmice enganadora
dos grandes meios de comunicação. Democracia é essencialmente poder
popular nos campos socioeconômico, político e cultural. Passa por
organizações sociais e populares, pelo respeito aos princípios
universais, direitos e deveres individuais e coletivos, transparência
nas Casas Legislativas, no Poder Judiciário e nos Governos. Em
respeito à Democracia, consideramos inegociável a realização da
eleição direta para o Executivo e Legislativo federais em outubro de
2018.
Queremos a PAZ, assim como deseja toda a cidadania do Rio de Janeiro -
mulheres e homens, jovens e crianças. A Paz não vem do uso das armas,
da força e das arbitrariedades. A Paz resulta da justiça econômica,
social e ambiental. A Paz e a solidariedade criam o ambiente propício
para o Brasil gerar abundância de bens e de vida para todas e todos os
brasileiros. Queremos juntar-nos a todas as pessoas que desejam o
respeito ao devido processo legal. Não queremos truculência nem
manipulação.
Precisamos identificar os fatores que geram miséria e violência, e
aqueles que levaram tantas intervenções militares ao fracasso. Que tal
uma intervenção social? No Rio de Janeiro e em todo o Brasil! Garantia
de escolas e creches, hospitais e clínicas públicas de qualidade,
moradia adequada, acesso a trabalho e renda, meios para o povo se
organizar e se desenvolver, atenção aos jovens e idosos, tempo de
lazer e de celebração. Ou seja, satisfação das necessidades humanas
básicas, paz e uma vida plena para todos os seres.
Soberania pressupõe a defesa dos bens comuns dos territórios
econômicos, geográficos e culturais do Brasil, geridos por entidades
públicas e estatais em consonância com os interesses nacionais e
populares expressos na Constituição. Pressupõe também solidariedade
com outros povos e nações na defesa da sua soberania. Mente quem diz
que privatização e desnacionalização do patrimônio nacional são a
solução.
Precisamos debater o papel e o uso da polícia militar e das forças
armadas. É falacioso o argumento de que a intervenção militar é feita
unicamente para combater a violência. O Rio não está entre as 30
cidades mais violentas do Brasil. Várias cidades dos Estados Unidos
têm taxas de violência muito superiores às de São Paulo e do Rio.
Pesquisa recente mostrou que 77% dos policiais são favoráveis à
desmilitarização das polícias! Eles sabem por experiência que não se
supera a violência com violência. Existe violência maior do que
retirar R$ 10,00 do salário mínimo, que já é de fome?
Precisamos envolver nossos jovens soldados em ações solidárias - para
além das militares - como educação e saúde nos bairros das cidades e
nas aldeias do interior, iniciativas de mutirões comunitários para a
construção de moradias, infraestrutura, saneamento e segurança
coletiva. Nossas forças policiais e militares não devem ser colocadas
contra civis, reprimindo e ultrajando o povo empobrecido.
Precisamos tornar o Rio uma cidade da Paz, da alegria, da justiça
social e ambiental, do poder compartilhado, da responsabilidade com a
vida e o bem viver de cada cidadã e cidadão.
O Fórum Resistência Democrática deseja que o Rio seja cidade
maravilhosa para todos os seus habitantes e visitantes!
Rio de Janeiro, 12 de março de 2018
Assinam:
Francisco Soriano de Souza Nunes - franciscosori@gmail.com
Beth Modesto - beth.modesto@hotmail.com
Emanuel Jorge de Almeida Cancella - emanuelcancella@uol.com.br
Frei Alamiro Silva - freialamiro@franciscanos.org.b r
José Bernardes - zebelim@gmail.com
Marcos Arruda – marcospsarruda@gmail.com
Suelyemma Franco- suelyemma@gmail.com
MANIFESTO

As elites do dinheiro, usando seu poder de mídia, executaram um golpe
institucional no governo do Brasil ferindo gravemente a Democracia.
Elas estão tentando fazer mudanças na Constituição que vêm prejudicar
a grande maioria das trabalhadoras e trabalhadores, e do povo em
geral.
Somos um grupo supra partidário e supra religioso, que busca colaborar
com a formação política do nosso povo e contornar a mesmice enganadora
dos grandes meios de comunicação. Democracia é essencialmente poder
popular nos campos socioeconômico, político e cultural. Passa por
organizações sociais e populares, pelo respeito aos princípios
universais, direitos e deveres individuais e coletivos, transparência
nas Casas Legislativas, no Poder Judiciário e nos Governos. Em
respeito à Democracia, consideramos inegociável a realização da
eleição direta para o Executivo e Legislativo federais em outubro de
2018.
Queremos a PAZ, assim como deseja toda a cidadania do Rio de Janeiro -
mulheres e homens, jovens e crianças. A Paz não vem do uso das armas,
da força e das arbitrariedades. A Paz resulta da justiça econômica,
social e ambiental. A Paz e a solidariedade criam o ambiente propício
para o Brasil gerar abundância de bens e de vida para todas e todos os
brasileiros. Queremos juntar-nos a todas as pessoas que desejam o
respeito ao devido processo legal. Não queremos truculência nem
manipulação.
Precisamos identificar os fatores que geram miséria e violência, e
aqueles que levaram tantas intervenções militares ao fracasso. Que tal
uma intervenção social? No Rio de Janeiro e em todo o Brasil! Garantia
de escolas e creches, hospitais e clínicas públicas de qualidade,
moradia adequada, acesso a trabalho e renda, meios para o povo se
organizar e se desenvolver, atenção aos jovens e idosos, tempo de
lazer e de celebração. Ou seja, satisfação das necessidades humanas
básicas, paz e uma vida plena para todos os seres.
Soberania pressupõe a defesa dos bens comuns dos territórios
econômicos, geográficos e culturais do Brasil, geridos por entidades
públicas e estatais em consonância com os interesses nacionais e
populares expressos na Constituição. Pressupõe também solidariedade
com outros povos e nações na defesa da sua soberania. Mente quem diz
que privatização e desnacionalização do patrimônio nacional são a
solução.
Precisamos debater o papel e o uso da polícia militar e das forças
armadas. É falacioso o argumento de que a intervenção militar é feita
unicamente para combater a violência. O Rio não está entre as 30
cidades mais violentas do Brasil. Várias cidades dos Estados Unidos
têm taxas de violência muito superiores às de São Paulo e do Rio.
Pesquisa recente mostrou que 77% dos policiais são favoráveis à
desmilitarização das polícias! Eles sabem por experiência que não se
supera a violência com violência. Existe violência maior do que
retirar R$ 10,00 do salário mínimo, que já é de fome?
Precisamos envolver nossos jovens soldados em ações solidárias - para
além das militares - como educação e saúde nos bairros das cidades e
nas aldeias do interior, iniciativas de mutirões comunitários para a
construção de moradias, infraestrutura, saneamento e segurança
coletiva. Nossas forças policiais e militares não devem ser colocadas
contra civis, reprimindo e ultrajando o povo empobrecido.
Precisamos tornar o Rio uma cidade da Paz, da alegria, da justiça
social e ambiental, do poder compartilhado, da responsabilidade com a
vida e o bem viver de cada cidadã e cidadão.
O Fórum Resistência Democrática deseja que o Rio seja cidade
maravilhosa para todos os seus habitantes e visitantes!
Rio de Janeiro, 12 de março de 2018
Assinam:
Francisco Soriano de Souza Nunes - franciscosori@gmail.com
Beth Modesto - beth.modesto@hotmail.com
Emanuel Jorge de Almeida Cancella - emanuelcancella@uol.com.br
Frei Alamiro Silva - freialamiro@franciscanos.org.b
José Bernardes - zebelim@gmail.com
Marcos Arruda – marcospsarruda@gmail.com
Suelyemma Franco- suelyemma@gmail.com
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Maçons
pela Democracia
Todos
os países que passaram por situações difíceis na área de segurança pública e
conseguiram reerguer-se, solucionando o problema, tinham uma coisa em comum: um
poder judiciário sério, comprometido com os valores éticos da Sociedade.
Poder-se-ia dizer o mesmo da maioria dos países que superaram ditaduras, onde o
Poder Judiciário, guardião dos direitos humanos e dos princípios universais da
Civilização, pugnou pela Democracia, à luz do que prega nossa Maçonaria:
liberdade, igualdade e fraternidade.
Ao
contrário, onde houve complacência, foi mais difícil derrotar as ditaduras mas,
em contrapartida, os membros do Poder Judiciário pagaram por seus erros e
perderam seus poderes. É condição necessária ao restabelecimento de um estado
de direito que a Lei prevaleça sobre os privilégios e as desigualdades. É
sabido que na Revolução Francesa, muitos juízes foram para a guilhotina, junto
com os nobres que protegiam. Quem assistiu “Julgamento em Nuremberg” deve se
lembrar da cena em que um juiz do III Reich, que jurava inocência sobre o que
ocorria nos campos de concentração, ouve da corte que o condenou: “Sua culpa
começou quando você condenou o primeiro réu que sabia inocente.”
É
muito triste e preocupante o que vem ocorrendo no Brasil. Os jornais nos
trazem, todos os dias, notícias de odiosos privilégios concedidos aos juízes,
promotores e outros servidores da justiça. Ao ser ouvidos pelos jornalistas, os
privilegiados tratam o assunto como se fosse um procedimento normal e dizem que
“ainda é pouco”. Será que não percebem que a revolta aumenta? Até quando?
Enquanto
isso, teorias importadas e mal compreendidas ou deturpadas, ao talante de
juízes parciais, de moral duvidosa, são usadas como justificativa para condenar
pessoas sem provas. Enquanto isso, réus confessos são liberados ou merecem
tratamento especial, em “tenebrosas transações”, envolvidas evidentes ligações
profissionais ou familiares. A
antecipação da prisão para após a decisão da segunda instância contraria
frontalmente o princípio da presunção da inocência, insculpido no inc. LVII do
Art. 5º da Constituição da República: “ninguém será considerado culpado até o
trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Acrescente-se que os
incisos desse Art. 5º, que trata das garantias individuais, jamais poderiam,
sequer, ser objeto de emenda constitucional, como previsto no Art. 60 §4º inc.
IV.
Não
existe pior ditadura do que a imposta pelo Judiciário. Os excessos cometidos
podem, a qualquer hora, se voltar contra nós. Resistir não é posição
partidária. É nosso dever de maçons e cidadãos.
Reiteramos
nosso principio de que nenhum maçom tem
o direito de usar o nome de uma instituição tão tradicional e respeitada e
expô-la à execração pública, defendendo posições extra-legais; antinacionais,
como a entrega do patrimônio público (a Petrobrás, a Eletrobras, os Correios,
as reservas de água potável e os minérios); e antissociais, como a cassação de
direitos trabalhistas e previdenciários. Pre
Os
irmãos vinculados ao Grupo Maçons pela Democracia propõem a criação de um
movimento nacional, nos termos deste documento. Não falam em nome de nenhuma
potência maçônica, e sim com base em convicções pessoais sobre o dever cívico
de um maçom.
Estão convidados a participar todos os irmãos maçons progressistas e nacionalistas, comprometidos com o avanço social no Brasil, em defesa da soberania nacional e da democracia brasileira.
TFA
Maçons pela Democracia
Estão convidados a participar todos os irmãos maçons progressistas e nacionalistas, comprometidos com o avanço social no Brasil, em defesa da soberania nacional e da democracia brasileira.
TFA
Maçons pela Democracia
Rio
de Janeiro, 13/02/2018
http://maconspelademocracia.blogspot.com.br/
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Este é o Manifesto Nacional dos Maçons pela Democracia . Nasce da
vontade de irmãos que não se sentem representados por outras manifestações
públicas que colidem com os preceitos da maçonaria que, entre outros marcos,
têm como parâmetro a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da
ONU. Depois de ampla convocação entre irmãos, a reunião aconteceu no
dia 28/09/2017, em família, com sete mestres, sendo três instalados e
dois deputados da Alerj, quando foi discutido e elaborado este documento. Pedimos aos irmãos que subscrevem que deem ampla publicidade!
Ao Povo Brasileiro
A maçonaria sempre participou de momentos relevantes da nossa História. Atuou em acontecimentos políticos para consolidação do estado e da nação brasileira, como a Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, a Confederação do Equador, a Revolução Liberal de 1842, a Revolução Farroupilha, a Conjuração Baiana ou Revolta dos Alfaiates, a Abolição de Escravatura e a Proclamação da República. Em todos esses momentos, os maçons tiveram forte presença e liderança.
Os maçons redigiram a Declaração Universal dos Direitos Humanos, base doutrinária das constituições da França e dos Estados Unidos, posteriormente transformada em resolução da ONU.
Nesse grave momento da conjuntura nacional, os Maçons pela Democracia reafirmam seu compromisso com as origens da Maçonaria.
A cada reunião, refirmamos o propósito de combater a tirania e respeitar a crença e as opiniões de cada um. O discurso apolítico e antidemocrático é incompatível com os princípios da nossa Ordem.
Nenhum maçom tem o direito de usar o nome de uma instituição tão tradicional e respeitada e expô-la à execração pública, defendendo posições extra-legais; antinacionais, como a entrega do patrimônio público (a Petrobrás, a Eletrobras, os Correios, as reservas de água potável e os minérios); e antissociais, como a cassação de direitos trabalhistas e previdenciários.
Nenhum grupo pode se manifestar em nome da instituição maçônica, principalmente em eventos não autorizados, cujos participantes dizem, sem provar, representar a maioria. Estão agindo em seu próprio nome, mas não no da Maçonaria, que jamais se prestaria a assumir tais posições. A Maçonaria é plural.
Nenhum grupo pode se manifestar em nome da instituição maçônica, principalmente em eventos não autorizados, cujos participantes dizem, sem provar, representar a maioria. Estão agindo em seu próprio nome, mas não no da Maçonaria, que jamais se prestaria a assumir tais posições. A Maçonaria é plural.
Hoje, o Brasil vive uma inédita fragmentação política, sendo necessário um discurso que aceite diferenças e não divisões, um discurso que promova um entendimento através da democracia e não pela força. Precisamos reafirmar nossos ideários permanentes e solidários, que prezam pela soberania nacional e popular e pela defesa da democracia.
Os irmãos vinculados ao Grupo Maçons pela Democracia propõem a criação de um movimento nacional, nos termos deste documento. Não falam em nome de nenhuma potência maçônica, e sim com base em convicções pessoais sobre o dever cívico de um maçom.
Estão convidados a participar todos os irmãos maçons progressistas e nacionalistas, comprometidos com o avanço social no Brasil, em defesa da soberania nacional e da democracia brasileira.
TFA
Maçons pela Democracia http://maconspelademocracia.blogspot.com.br/
Os irmãos vinculados ao Grupo Maçons pela Democracia propõem a criação de um movimento nacional, nos termos deste documento. Não falam em nome de nenhuma potência maçônica, e sim com base em convicções pessoais sobre o dever cívico de um maçom.
Estão convidados a participar todos os irmãos maçons progressistas e nacionalistas, comprometidos com o avanço social no Brasil, em defesa da soberania nacional e da democracia brasileira.
TFA
Maçons pela Democracia http://maconspelademocracia.blogspot.com.br/
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